Categoria: Filmes
  • Filmes, Precisamos falar sobre
  • 31 mar 2017

    Precisamos Conversar sobre: A Bela e a Fera

    Oi gente! Tudo bem com vocês?

    Hoje vim trazer pra vocês a minha opinião sincera de fã de carteirinha de filmes da Disney. Posso garantir que não sou uma expert no assunto, mas me esforço para entender. E o que falar de um dos filmes mais esperados de 2017?  (mais…)

  • Filmes
  • 22 mar 2017

    Uma Loucura de Mulher

     

    Ei gente! Tudo bem?

    Estou voltando aos poucos com as indicações de filmes/séries e doramas as quartas com fazia antes. Com isso, vocês voltaram a ter conteúdo três vezes na semana ^^ gostaria de ter a disponibilidade de postar todos os dias, porém, preciso estudar para a OAB, faculdade e etc. Mas, prometo compensar com as dicas e tenho certeza que irão amar.

    Hoje resolvi trazer para vocês um filme nacional e que me surpreendeu bastante! Algumas pessoas ainda possuem certo pré-conceito com relação ao cinema nacional, porém se pararmos para analisar, percebemos que o país está crescendo sim na indústria cinematográfica.

    Sem mais delongas, espero ansiosamente que vocês possam aproveitar desse post, e quem sabe, assistir ao filme.

    Uma Loucura de Mulher conta a história de Lúcia uma típica esposa de político; e no começo do filme, nos deparamos com uma situação inusitada. No decorrer do filme, percebemos que o marido de Lúcia é um político corrupto – novidade – e que traí a esposa – um típico clichê dos filmes nacionais.

    Mas o mais interessante – e que chamou a minha atenção – é que Lúcia era dançarina <3 a personagem largou o sonho de ballet para seguir seu marido para Brasília. Por conta de uma confusão causada por Lúcia, e também pelo próprio marido, a mesma pega um avião e volta para o Rio de Janeiro – o antigo bairro que morava antes de ir embora sem olhar para o seu passado.

    Com esse turbilhão de coisas acontecendo em sua vida e em seu casamento, Lúcia resolve aproveitar um pouco a vida, e além disso, procurar o seu primeiro amor. Nesse meio tempo, a personagem começa a se reencontrar não apenas como mulher mas também como ser humano. Lembrar dos pequenos detalhes da vida que fazem toda a diferença, das amizades que são realmente sinceras e lembrar de seus momentos como menina no apartamento de seu pai.

    Uma Loucura de Mulher é um filme dirigido por Marcus Ligocki e com um grande elenco como Mariana Ximenes, Bruno Garcia, Sérgio Guizé (aquele ator que parece muito com o Selton Mello <3) entre ouros grandes atores e atrizes nacionais. Além disso, a fotografia do filme é incrível – com cenas maravilhosas do Rio de Janeiro.

    Pra quem procura um filme leve e romântico brasileiro, vale a pena conferir – e sim, o filme tem na Netflix. 

     

  • Dicas, Filmes
  • 23 fev 2017

    Memórias de uma gueixa

     

    Ei pessoal! Tudo bem?

    Sei que estou um pouquinho sumida, mas gostaria de mais uma vez pedir desculpas pelo meu sumiço. Confesso que estou em uma puta ressaca literária esses dias. Estou com três livros para terminar, e não consegui concluir nenhum até agora :/ mas prometo que vou me esforçar e trazer resenhas pra vocês. São tantas coisas passando em minha mente ultimamente, e confesso que estou extremamente perdida sobre vários assuntos referentes à minha vida. Mas chega de falar de mim, não é mesmo? Hoje resolvi trazer para vocês uma dica de filme e livro – e depois prometo fazer um post relacionado à livro x filme referente à essa dica de hoje, ok?

    Bom, acredito que minha paixão pela Coréia do Sul não seja uma novidade para vocês, não é mesmo? A dica de hoje não tem a ver com a Coréia em especial (snif), mas sim sobre um país asiático que muitas pessoas acabam tendo curiosidades sobre esse universo. Hoje em dia, por mais que vivenciamos um mundo diferente de 70 a 80 anos atrás, ainda presenciamos cenas de maus tratos covardia estampada contra algumas mulheres – lógico, conseguimos evoluir bastante isso, mas ainda sabemos que precisamos mudar muita coisa.

    Pois bem imaginem só: Japão. Uma cultura totalmente diferente do Brasil, porém com muitas coisas em comum. Sabemos que em grande parte do mundo, o patriarquismo sempre existiu, e pelo menos no Japão, as coisas são um pouco mais complexas que aqui por exemplo – ou já foram, não é mesmo? Mas a questão é: até que ponto vale a disposição de uma mulher para ser alguém em uma sociedade? Vencer preconceitos, vencer o abandono, a falta de uma base familiar – pois infelizmente a nossa protagonista passa por isso. Até que ponto a mesma precisou lutar e chegar para ser reconhecida com um ser humano. O filme traz menções incríveis a cultura misteriosa das gueixas – e para quem não sabe, Gueixas são artistas em movimento, e não prostitutas como muitas pessoas pensam. Somos apresentados à uma criança inocente em seus aspectos, que foi vendida por seus pais para um okiya, uma casa de gueixas.

    Porém, como nem tudo são flores, nossa protagonista passa por muita coisa em sua vida para assim se tornar uma das gueixas mais renomadas de todo o Japão. O principal cenário do filme é sim o universo das gueixas, entretanto, como cenário de fundo, temos o início da Segunda guerra mundial. Por mais que Sayuri acaba se tornando uma das gueixas mais famosas do Japão, a mesma precisa lidar com o egoísmo, inveja, e o desejo de todos os homens mais importantes da época – sendo que seu coração pertence apenas à uma pessoa.

     

    Descobrimos ainda que gueixas não podem se permitir amar. Sim, são artistas que buscam a perfeição, entretanto, não podem amar. São privadas de um dos sentimentos mais lindos e puros que um ser humano pode experimentar em sua existência. Mas ainda assim, se contentam com a bondade – uma vez que algumas já experimentaram tanta maldade.

    E é por isso que esse livro/filme é sem sombra de dúvidas, um dos meus favoritos. Sempre que assisto, choro horrores e não me canso! A história de Sayuri é cativante. Não tem como não se apaixonar e não tem como não torcer por ela até o final. Pra quem está em busca de um filme/livro feliz, peço que entenda o sofrimento e só depois entenderá a felicidade. Além disso, o filme/livro nos trás tantas lições que nossa! Se alguém ainda não assistiu, peço encarecidamente que vá fazer isso, haha.

     

    E vocês? Já leram ou assistiram ao filme? <3

  • Filmes
  • 9 fev 2017

    Inferno

    Produção: Brian Grazer
    Gênero: Suspense/Policial
    Minha avaliação: ★★★★

    Sinopse: O simbologista Robert Langdon e uma médica viajam pela Europa para deter o plano de um lunático de disseminar um vírus mortal.

    Hoje resolvi trazer uma crítica ao filme que assisti ontem 08/02/2017 à vocês. Não sei se vocês sabem, mas o Espírito Santo está passando por uma paralisação da Polícia Militar, e quase nada está funcionando no estado. Logo, quem estuda, não está tendo aula, quem trabalha, está sendo liberado mais cedo do serviço e a vida está tentando voltar a normalidade. Cansada de ficar em casa sem fazer nada – sim, não estou assistindo Netflix, não estou lendo –  resolvi baixar o Popcorn Time e comecei a assistir Inferno. 

    Assim que comecei a assistir, confesso que fiquei meio confusa com relação à temática do filme, entretanto, me prendeu desde as primeiras cenas. Quando li o nome, pensei que se tratava de algum filme com uma temática apocalíptica, com confrontos, saques e tudo mais – porém me enganei. Percebi então que estava diante de um filme bem Anjos e Demônios – até porque, é do mesmo autor, haha.

    Assistindo ao filme, me vi presa as cenas e a inteligência do simbologista Robert Langdon (interpretado por Tom Hanks). Logo de início, nos deparamos com ele acordando em um quarto de hospital, sem entender de fato o que estava acontecendo com ele, e pedindo assim explicações a médica responsável pelo caso, Sienna Brooks (Felicity Jones). Robert Langdon não lembrava de absolutamente nada o que havia acontecido nas últimas 48 horas. Misteriosamente ele é atacado por uma mulher que entra atirando no hospital e querendo acertá-lo. Com isso, Sienna resolve levá-lo até sua casa para ajudá-lo e tratar de seus ferimentos, e é na casa dela, que Langdon começa a lembrar de algumas coisas que lhe aconteceram – e até mesmo encontra um frasco que só pode ser aberto por digital. Ao abri-lo, percebe que está diante de um ”mapa” que dá início à uma busca incansável pelo universo do autor Dante Alighieri – Divina Comédia. 

    Vi que muitas pessoas gostaram do filme, e percebi que a grande maioria não gostou. Disseram que o final foi deplorável, e que não seguiu o livro. Uma coisa que muitas pessoas devem entender, é que adaptações para os cinemas são sim necessárias – me surpreendi com a reviravolta no final do filme, e tenho certeza que se o final do livro é mais surpreendente então preciso começar imediatamente a ler Dan Brown. Também li e ouvi pessoas dizendo que esse foi o pior filme que Tom Hanks interpretou. Não sou Expert em cinema, mas como uma boa pessoa que ama filmes confesso que gostei e não me decepcionei. Além de todo o enredo ter me prendido, achei a fotografia bem feita e gostei da atuação da atriz Felicity Jones. Além disso, a partir do momento em que temos lunáticos desejando implantar um vírus para disseminar a humanidade, podemos esperar qualquer reviravolta do filme. Sem contar que, não dá para confiar em ninguém. Com o atual cenário em que nos encontramos no mundo, não duvido que possam surgir pessoas que ”por amor a humanidade”, possam sacrificar seres humanos, em busca de um bem comum à imagem deles.

    Confesso que valeu sim a experiência, e deixo desde já minha indicação: pra quem ainda não assistiu, vale a pena dar uma chance ao filme. 

    • Nós não nos cuidamos e nos perdemos.
    • Isso é arrependimento?
    • Só quando penso em você.

     

    Alguém aqui já assistiu ao filme? Também gostaram?