Categoria: Resenhas
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  • 28 abr 2017

    RESENHA: LUGAR DE MULHER É ONDE ELA QUISER

    Título: Lugar de Mulher é onde ela quiser
    Autora (s): Ana Paula Barbi, Clara Averbuck e Mari Messias
    Anos: 2014
    Onde comprar: Amazon
    Classificação: 4/5

    Sinopse: Chega de sites de mulher com dicas de como secar a barriga, como se vestir pra agradar homem, como decorar sua casa com itens caríssimos, como ser poderosa em 12 lições. Chega de “moda” que não cabe na maioria de nós enfiada goela abaixo. Chega de regras determinando como uma mulher deve ser, se portar, falar, existir. O Lugar de Mulher, site criado em 2014 por Ana Paula Barbi, Clara Averbuck e Mari Messias, percebeu o que muitos sites femininos ainda não perceberam: mulher não se interessa só por roupa, cabelo, maquiagem, filhos e enlouquecer seu homem em 16 passos.  Feminismo, cultura pop, corpo, sexo, política, auto-estima, consumo e muito mais você encontrará nesta linda coletânea comemorativa com textos publicados ao longo do primeiro ano de existência do site. Porque lugar de mulher é onde ela quiser.

    Ei gente! Tudo bem? Hoje resolvi trazer um livro muito interessante e um tanto quanto instigante! Em um belo dia, estava buscando e-books no site da Amazon, e eis que me deparo com essa imagem. Minha primeira reação: fiquei chocada! Uma mulher com as penas abertas e um globo terrestre entre elas. A segunda reação: morri de rir. Nisso, me instiguei em comprá-lo e começar a ler o mesmo. Então vamos as minhas considerações!

    Pra quem me conhece, sabe que nunca fui muito adepta ao feminismo. Entretanto, de uns tempos pra cá, comecei a pensar fora da caixa, e simplesmente me encantei por esse movimento que vem arrastando legiões de seguidores. A partir do momento em que me permitir pensar sobre as lutas sociais envolvendo as mulheres, me deparei que não adiantava dizer que não concordava, sendo que sempre fui uma criança feminista kkk.

    Esse livro me fez pensar em tantas coisas. Tantos padrões que nos são impostos desde que éramos apenas meninas. Desde pequenas ouvimos que devemos limpar uma casa – calma que não estou dizendo que deve deixar suja, hein? Minha mãe sempre dizia que uma vez comprou aquela vassoura de madeira pequena e um rodo pra eu ”brincar”. E diz ela que nunca toquei no mesmo, porque sempre questionava o porquê de ganhar aquilo – sem contar que nunca ”brinquei” com ele, hehe.

    Além disso, o próprio livro nos traz reflexões que vemos todos os dias em nossa sociedade, como por exemplo, revistas femininas que dão dicas de ”como conquistar um homem”… meu amor, preciso me conquistar, me amar, me aceitar e só assim, poderei ME permitir ser conquistada – ou não! Isso é uma escolha que cabe somente a você decidir.

    O mais interessante do livro em si, é que as autoras nos faz refletir em diversos assuntos e, querendo ou não, te instiga e pensar fora da caixa. Com relação aos inícios dos capítulos – que eu meu apaixonei – são frases prontas que as mesmas mudaram conceitos. Por exemplo: ”Desejo a todas inimigas vida longa”. No livro: ”Desejo a todas inimigas… um beijo e um abraço”.

    Então pra quem deseja uma leitura que te faça pensar desde quando era uma criança, e analisar por tudo que já passamos e enfrentamos, vale a pena a leitura do mesmo.

    Ah! Sem contar que descobri que elas tem um site MUITO bom <3 que é: Lugar de Mulher.

    O que acharam? Já leram o livro? Conheciam o site?

    Beijos, e até a próxima <3

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  • 29 mar 2017

    RESENHA: CORTE DE ESPINHOS E ROSAS

     

    Título: Corte de Espinhos e Rosas
    Autor (a): Sarah J. Maas
    Editora: Galera
    Ano: 2015
    Onde comprar: Amazon|Saraiva|Submarino
    Classificação: 5/5 <3


    Sinopse: Ela roubou uma vida. Agora deve pagar com o coração.

    Nesse misto de A Bela e A Fera e Game of Thrones, Sarah J. Maas cria um universo repleto de ação, intrigas e romance. Depois de anos sendo escravizados pelas fadas, os humanos conseguiram se libertar e coexistem com os seres místicos. Cerca de cinco séculos após a guerra que definiu o futuro das espécies, Feyre, filha de um casal de mercadores, é forçada a se tornar uma caçadora para ajudar a família. Após matar uma fada zoomórfica transformada em lobo, uma criatura bestial surge exigindo uma reparação. Arrastada para uma terra mágica e traiçoeira — que ela só conhecia através de lendas —, a jovem descobre que seu captor não é um animal, mas Tamlin, senhor da Corte Feérica da Primavera. À medida que ela descobre mais sobre este mundo onde a magia impera, seus sentimentos por Tamlin passam da mais pura hostilidade até uma paixão avassaladora. Enquanto isso, uma sinistra e antiga sombra avança sobre o mundo das fadas e Feyre deve provar seu amor para detê-la… ou Tamlin e seu povo estarão condenados.

    Oi gente! Como vocês estão? Espero que muito melhor que eu, haha. Hoje ~ finalmente ~ trouxe uma resenha digna para vocês. Faz algum tempo que estava com uma ressaca literária, e adivinhem só: sai dela! uhulll escolhi o livro Corte de Espinhos e Rosas porque uma amiga minha havia indicado, e acabei pegando a toa pra ler. Fazia muito tempo que um livro não me prendia como esse me prendeu. Então, caso você ainda não tenha lido, prepare-se para passar noites acordadas até 04:00 hrs am e depois, não conseguir dormir direito pensando no livro, rs. 

    Bom, existem algumas palavras que traduzem a minha leitura referente à esse livro: Extasie, alegria, raiva, amor, gritos no meio da noite. Como vocês podem ver, são sentimentos totalmente diversos um para com o outro, né? Mas quem já leu, tenho certeza que me entenderá – ou não, haha. 

    A história do livro gira em torno de Feyre: a filha mais nova de três, porém a única que aceita o fato de terem se tornados pobres. No início, já nos deparamos com uma família um tanto quanto sanguessuga – a ponto de deixar a mais nova entrar em uma floresta perigosa para a sobrevivência da família. A mãe de Feyre já faleceu, e com isso, a mesma lhe fez uma promessa – meio que indiretamente – que iria cuidar de sua família. E assim o fez. 

    Seres humanos dividem metade de seu território com feéricos e Grão-feéricos e, por mais que estejam separados por um muro – que está começando a enfraquecer – ainda existem ressentimentos tanto por parte dos feéricos  quanto por parte dos seres humanos. O início do livro, nos mostra uma humana capaz de tudo por sua família, ao ponto de esquecer por completo seu verdadeiro eu, sacrificando assim seus sonhos e desejos para viver em função de uma promessa. 

    Com isso, a mesma indo caçar na floresta para a sobrevivência – mais uma vez – de sua família, Feyre acaba matando um enorme lobo na floresta, e com isso, acaba despertando a ira de Tamlin: um Grão-Feérico de Prythian. Com o decorrer da história, percebemos o quão a personagem cresce, como se tornou uma pessoa disposta a mudanças. Um Feyre forte, determinada e diferente daquela que tivemos um primeiro contato. 

    A capa do livro nos traz a seguinte frase: Ela roubou uma vida. Agora deve pagar com o coração. Meu Jesus! Já me tremi toda lendo essa frase, mas prossegui. Quem me conhece, sabe que sou apaixonada por fantasia, mas esse livro… não sei expressar o que sinto. No início, achei ele meio chatinho porque querendo ou não, precisamos saber o que houve, porquê da separação e etc. Nesse momento, temos apenas a visão dos seres humanos com relação aos feéricos, então meio que indiretamente, já consideramos todos uns monstros. Com o decorrer do livro, vamos nos apaixonando por cada página do livro, cada história, cada personagem ali representado. 

    O livro é muito rico em detalhes! Conseguimos nos transportar para o universo de Prythian, e vivenciar cada momento com Feyre: todas as riquezas do lugar, todas as cores, as belezas infinitas. É lindo! Um dos momentos que mais gostei, foi uma cena específica, que a autora conseguiu descrever em tantos detalhes, que cheguei a chorar kkk. Além disso, essa edição da Galera é linda. As rosas e espinhos em alto-relevo, mesclando com o azul, roxo e ainda ao fundo uma floresta.

    Sendo assim convido a todos que ainda não leram o mesmo, para mergulhar de fato em um universo totalmente magnifico, onde aprendemos junto com a personagem a verdadeira natureza de um ser humano. Natureza essa que nos mostra até que ponto iremos para salvar aqueles que amamos, e ainda, que precisamos aprender a amar. 

      

     

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  • 1 fev 2017

    Resenha: O Visconde que me Amava

    Título: O Visconde que me amava
    Autor (a): Julia Quinn
    Editora: Arqueiro
    Ano: 2013
    Onde comprar: Amazon|Saraiva|Submarino
    Classificação: 5/5
    Sinopse: A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela. Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele. Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.
    Sempre que desejo atingir algo em minha vida, começo a planejar e fazer metas. Atualmente faço bastante listas também. Nesse segundo livro da série Os Bridgertons somos convidados a conhecer melhor sobre o primogênito da família: Anthony Bridgerton. O livro já me conquistou a partir do momento em que Anthony começa a fazer uma lista do que uma esposa teria que ter para ser considerada ideal. Ora essa: um dos maiores libertinos que conhecemos no primeiro livro de Julia Quinn pensando em casar?

    O mais cômico disso tudo, é que ele resolve que irá se casar com umas das solteiras mais cobiçadas na temporada: Edwina Sheffield. Uma moça linda para sua época, que por sua vez, comentou em algum dos consertos que participara, em alto e bom tom, que só se casaria com a permissão de sua irmã mas velha: Kate Sheffield. Diferente de sua irmã caçula, Kate não é tão cobiçada entre as solteiras. Digamos que a mesma possui uma beleza comum – uma beleza que não enchia os olhos de quem cobiçava Edwina. Nessa temporada, temos um visconde que está atrás de uma esposa, mas digamos que da esposa errada, haha. Kate é de longe, alguém que se encaixaria na lista de ”exigências” do Visconde. Ela é teimosa, implicante, retruca tudo que o mesmo diz. E gente: logo estamos torcendo para que os dois fiquem juntos.


    Confesso que me encantei demais por essa história. Me vi envolvida por completo com a família Sheffield e ainda mais com os Bridgertons. Diferente do Duque e eu, conseguimos analisar um maior amor e devoção de Anthony à sua mãe e aos seus irmãos. Amei conhecê-lo ainda mais. Também fiquei apaixonada pelo relacionamento das irmãs Sheffields e de Mary Sheffield – em todo seu cuidado com as filhas ❤

     

    O Visconde que me Amava entrou, sem dúvidas, para a minha lista de favoritos de 2016/2017. Julia Quinn superou minhas expectativas com relação à essa maravilhosa série. Confesso que quero muito continuar os outros livros, porém, agora irei pausar um pouquinho e ler outro livro pra não enjoar de romance de epoca, haha.
    E vocês? Já leram a série? Beijos.

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  • 1 fev 2017

    Resenha: O Duque e eu

    Título: O Duque e eu
    Autor (a): Julia Quinn
    Editora: Arqueiro
    Ano: 2013
    Onde comprar: Amazon|Saraiva |Submarino
    Classificação: 4/5
    Sinopse: Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta. Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida. Primeiro dos oito livros da série Os Bridgertons, O duque e eu é uma bela história sobre o poder do amor, contada com o senso de humor afiado e a sensibilidade que são marcas registradas de Julia Quinn, autora com 8 milhões de exemplares vendidos.
    Quem diria! Eu, Talita lendo romance de época, haha. Confesso que não é meu gênero favorito, entretanto, resolvi dar uma chance para o gênero que arranca suspiros das formas mais diversificadas de adolescentes e jovens de nossos dias atuais. Quando conheci a autora, foi por acaso na livraria de minha cidade. Resolvi comprar pra dar uma chance, porém não li. Nesse meio tempo, houve um evento literário em minha cidade sobre romance de época, e foi nele que resolvi que iria ler O Duque e eu.
    Assim que peguei o livro para ler, confesso ainda que deixei o mesmo um pouco de lado, entretanto, indiquei para uma amiga e ela leu primeiro que eu risos. Por mais que o livro seja de um gênero que não é de longe um de meus favoritos, posso afirmar com todas as letras que me apaixonei por O Duque e eu.
    Somos apresentamos a família Bridgerton – uma família nada comum até mesmo para a época. Uma família composta por oito filhos e seus nomes são em ordem alfabética. O livro é o primeiro da série Os Bridgertons e vai contar a história da quarta filha da família, entretanto, a mais velha entre as meninas a Daphne Bridgerton. Nossa protagonista é a famosa mocinha de livros de romance de época: sonhadora, deseja casar com um homem que possa fazê-la feliz, e além disso, que possa lhe dar uma família grande assim como a sua. Mas diferente das mocinhas de sua época, Daphne é um tanto quanto diferente, tendo em vista que ela é uma moça muito simpática, decidida e tem vários amigos – mas nenhum a corteja pelo fato de considerá-la amiga – e também por outro fato que descobrimos no livro, haha.
    Por outro lado, temos Simon Basset: o duque libertino de Hastings. Simon não veio de uma família grande e estruturada como Daphne, e por conta de ter sofrido em sua infância, o mesmo é um tanto quanto fechado para o amor. Porém, logo que os dois se conhecem, são atraídos um ao outro – não apenas como amantes, mas também pela amizade entre os dois. Ah! E vale super a pena dizer que Simon é o melhor amigo de Anthony Bridgerton, o irmão mais velho de Daphne. Nessa situação, somos tomados por momentos intensos entre os personagens, além da amizade sincera de Daphne e Simon. Conhecemos um pouco os membros dessa enorme família – e eu já tenho meu favorito, porém é o quarto livro. Por mais que eu tenha gostado do livro e dos personagens, haviam momentos em que eu não tinha paciência alguma com Daphne e Simon.
    Mas logo passava essa falta de paciência com os dois, haha. No começo a leitura foi um pouco difícil, tendo em vista que não é meu gênero de leitura favorito – sempre corro quando o livro é romance de época, haha. Mas eu realmente me rendi, e já estou lendo o segundo livro dessa maravilhosa série. O Duque e eu já entrou para minha lista de favoritos desse ano, e confesso que se continuar nesse ritmo, iriei de fato amar essa série. E vocês? Já leram os livros?
    Simon não desejava ser o heroi de ninguém, mas nem ele poderia ignorar um insulto dessa magnitude.
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  • 1 fev 2017

    Resenha: Histórias de Hogwarts

    Título: Histórias de Hogwarts: Poder, Política e Poltergeists Petulantes
    Autor (a): J.K Rowling
    E-book
    Onde comprar: Amazon
    Classificação: 5/5 ❤
    Tudo que envolva o universo mágico de J.K Rowling vale a pena ser lido, não é mesmo? E com esse e-book lançado pelo Pottermore não seria diferente. Assim que fiquei sabendo dele e dos outros 2 e-books corri no site da Amazon e os adquiri. Confesso que ainda não li os outros dois, entretanto, a resenha de hoje falaremos sobre Poder, Política e Poltergeists Petulantes.

    O e-book traz várias informações e nos apresenta personagens que já conhecemos, e ainda, como e porque daquele personagem ser do jeito que conhecemos. Na verdade, conta um pouquinho da história de cada – e achei isso super interessante. Bom, no primeiro capítulo temos a história de nossa querida sóquenão Dolores Umbridge. Achei bem interessante a forma com que a J.K a descreve com ”a aparência de um cupcake decorada, mas não tinha nada de doce”. Ela ainda traz no início a data de aniversário, qual a varinha da bruxa, qual casa ela pertenceu e suas habilidades especiais. No decorrer do primeiro capítulo temos uma apresentação do passado sombrio da mesma. Sobre sua família, de como ela chegou ao poder e etc. Acabamos conhecendo um pouco mais afundo uma das bruxas mais odiadas no universo mágico.

    No segundo capítulo temos a presença dos Ministros da Magia de Azkaban. Confesso que gostei bastante, pois vai passando e comentando sobre cada Ministro que assumiu e em que ano o mesmo ”governava”. Achei úteis as informações, e nesse capítulo, conseguimos conhecer o passado e presente do Ministério da Magia.

    No terceiro capítulo é o maior capítulo, pois o mesmo trata sobre Horácio Slughorn, Porções, Porção Polissuco e Caldeirões. Conhecemos mais afundo o professor Horácio e seu elitismo entre os alunos, pois sempre estava em busca de pessoas que possuíam poderes excepcionais. Além disso, é o famoso professor que adorava Tom Servolo Riddle: uma vez que o mesmo conseguiu descobrir através de seu professor como criar Horcruxes. Com relação as porções J.K traz explicações assim como fala sobre Porção polissuco e explica mais um pouquinho sobre a famosa porção que nos é apresentada nos livros e no segundo filme de HP. Comenta ainda um pouquinho sobre a figura dos caldeirões e como a figura dos mesmos são tão importantes para a comunidade bruxa.

    Já no quarto capítulo descobrimos um pouco mais sobre o professor Quirino Quirrell – o primeiro professor de Defesa Contra as Artes das Trevas de Harry Potter. Ficamos sabendo ainda como e porque Voldermort o escolheu para habitar temporariamente em seu corpo.
    E por fim, o quinto capítulo Pirraça, o poltergeist temos a história de nosso fantasma favorito: O pirraça. Pra quem já leu os livros, com certeza sentiram a falta dele nos filmes assim como eu. De acordo com J.K: poltergeist seria pelo simplesmente um fantasma barulhento, haha.
    Para quem ainda não leu, super indico os e-books. Com certeza vocês irão amar todas as explicações. Sem contar que no final de cada capítulo, temos reflexões da J.K Rowling e os comentários são super válidos.

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  • 1 fev 2017

    Resenha: Como eu era antes de você

    Título: Como eu era antes de você
    Autor (a): Jojo Moyes
    Editora: Intrínseca
    Ano: 2013
    Onde comprar: Amazon|Saraiva|Submarino
    Classificação: 5/5 ❤

     Sinopse: Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Além disso, trabalha como garçonete num café, um emprego que ela adora e que, apesar de não pagar muito, ajuda nas despesas. E namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe. Quando o café fecha as portas, Lou se vê obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, a ex-garçonete consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto e planeja dar um fim ao seu sofrimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro. Como eu era antes de você é uma história de amor e uma história de família, mas acima de tudo é uma história sobre a coragem e o esforço necessários para retomar a vida quando tudo parece acabado.
    Um livro/filme que tem como tema principal a música Photograph de Ed Sheeran não podemos esperar pouca coisa, não é mesmo? Uma música que é capaz de despertar toda paixão que existe em seu coração, onde a letra diz: Amar pode curar. Amar pode remendar sua alma e é a única coisa que eu sei. Eu juro que fica mais fácil. Lembre-se disso em cada pedaço seu e é a única coisa que levamos conosco quando morremos.
    Pensei bastante antes de começar essa resenha para o blog, uma vez que meus sentimentos com relação ao livro são de fato um tanto quanto contrário a maioria das pessoas. Analisei o livro da perspectiva de Will Traynor, e não apenas o conto de fadas que as pessoas idealizam ao ler Como eu era antes de você.
    Quando lembro desse livro, sinto todas as emoções que um dia quis esconder dentro de mim. A autora desperta todas os detalhes de um amor um tanto quanto impossível – pois ambos os lados sentem algo um pelo outro, entretanto, apenas uma pessoa está de fato pronta para se entregar e abrir mão de tudo por conta de um amor. A história do livro Como eu era antes de você nos apresenta Louisa Clark – uma típica jovem de 26 anos vivendo sua vida da forma mais comum possível. Tem um emprego que possibilita sua monotonia – que depois é quebrada, lógico – uma jovem em um relacionamento que visa apenas o lado de uma pessoa, onde a mesma abre mão de sua vida para viver a vida de outra pessoa, e além disso, uma jovem que não só abre mão de sua vida, mas também de seus sonhos e vontades por conta de sua família.

    Por outro lado temos Will Traynor: um típico homem que viveu sua vida da melhor forma possível, super ativo e esportista que estava a frente da empresa de sua família. Porém, o mesmo teve um trágico acidente, onde tornou-se tetraplégico. Com o advento do acidente, Will não se encontra mais feliz como antes e assim, planeja de fato dar um basta ao seu sofrimento.
    Nesse contexto somos apresentados a um romance utópico entre os personagens, tendo em vista que Lou mais uma vez está disposta a abrir mão de seu eu, para fazer e ser feliz com Will. A partir do momento em que Lou e Will começam a se envolver de fato, somos convidados a pensarmos o seguinte: até que ponto os nossos sentimentos nos tornam reais tendo como base o ”abrir mão de si mesmo” para a felicidade de quem se ama? Lou estava disposta, esperando que Will abrisse de fato o seu coração para que ela lhe mostrasse o mundo se possível. Entretanto, será que aquela frase que assistimos no filme ”Antes que o dia termine” existe de fato? Que em um relacionamento sempre haverá alguém que irá amar mais, se entregar mais. No romance de Jojo não seria diferente: um lado deseja entregar seu coração aos sentimentos com todas as suas forças; por outro lado, temos uma pessoa que por mais que deseje que o romance se torne real, não teria coragem de pedir para que a pessoa se prendesse a ela.

    E com isso, observo atentamente que há de fato amor por ambos os lados – mas cada um sabe a sua limitação ao poder de amar, sabe até que ponto se entrega ou não a um relacionamento. E por mais que esperamos uma decisão diferente do personagem, o mesmo não vê outra saída – e devemos entender isso. A vida de uma pessoa é sua por completo. Eu entendo o lado de Will, entendo mesmo. Por mais que Lou pudesse fazer o impossível acontecer para que ele se tornasse feliz, não seria o bastante.
    Além disso o romance nos trás boas reflexões, uma vez que Will desperta tudo que existe de melhor em Lou – a personagem começa a sonhar novamente – e em meu ponto de vista, os sonhos são os combustíveis de nossas almas – começando assim a relembrar todos os fatos e tudo aquilo que já foi importante em sua vida. E isso não em preço. Faz com que nossa querida Lou reencontre o seu lugar ao mundo despertando assim, seu encontro consigo mesma.
    Confesso que adoro livros onde as personagens se encontram não em amores, mas em si. E por mais que algumas pessoas não tenham gostado do final, em meu ponto de vista, o amor não é só o fato de viver romantizando todos os momentos – mas viver todos os momentos como se fossem os últimos, e assim, trazendo tudo que há de melhor em desejos e sentimentos que acabaram adormecidos em algum canto de seu ser.
    Jojo Moyes nos traz a reflexão de que além de sentimentos por outras pessoas, precisamos de fato, de nos encontrar, para que assim possamos viver um romance, e nos entregar ao amor.
    É que… não aguento pensar que você vai ficar aqui pelo resto da vida. – Ele engoliu seco. – Você é muito inteligente. Muito interessante. – Ele desviou os olhos de mim. – Você só vive uma vez. É sua obrigação aproveitar a vida da melhor forma possível.

  • Resenhas
  • 1 fev 2017

    Resenha: Perdida

    Título: Perdida
    Autor (a): Carina Rissi
    Editora: Verus
    Ano: 2013
    Onde comprar: Amazon|Saraiva |Submarino
    Classificação: 5/5 ❤

     

     Sinopse: Sofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam. Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa? Ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke. Com a ajuda do prestativo – e lindo – Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos… Perdida é uma história apaixonante com um ritmo intenso, que vai fazer você devorar até a última página.

    Vamos começar essa resenha um tanto quanto diferente? Imagine você, uma jovem de 24 anos que cresceu em uma sociedade moderna: com carros, eletricidade, fast food, internet, Smartphones e toda tecnologia que nos é apresentada desde a nossa infância, adolescência e juventude. Bom, acredito que como eu, a maioria de nós somos convidados desde a cedo a ingressar e ter acesso a era tecnológica, e por não conhecermos outras realidades, acabamos nos apaixonando de fato por esse mundo tecnológico o qual nos encontramos. Sofia não é diferente de nós: é uma jovem que trabalha muito para conquistar seu espaço no trabalho, além de ter sofrido uma perda e ser sozinha na vida – claro, tem a Nina, sua melhor amiga. Uma jovem que foi de fato introduzida a vida adulta, fazendo com que a mesma tivesse responsabilidades e que amadurecesse rápido. Além disso, a correria que sua agitada vida na metrópole lhe causa, a mesma não acredita mais no amor, muito menos no instituto religioso do casamento.

    Com isso em um dia nada comum, Sofia resolve ir comprar um celular novo pois o seu caiu na privada de um bar onde esta comemorando com a Nina, sua melhor amiga. Quando Sofia tentando se recuperar de uma ressaca, vai em uma loja em busca de um novo celular – pois imaginem vocês sem um? Hoje em dia não consigo me imaginar sem o meu, sério. Chegando a loja, uma vendedora um tanto quanto estranha lhe atende, e oferece um celular mais estranho ainda – mas nossa protagonista resolve pegá-lo pois o mesmo estava com um ótimo preço. E é ai que a nossa aventura e da protagonista começa de fato. Sofia é teletransportada para o ano de 1830 – sim, no século XIX. E tudo aquilo que ela conhecera no século XXI, é deixado para trás pois agora a mesma terá que lidar com fatos e situações um tanto quanto extraordinárias – e até mesmo embaraçosas, como usar uma casinha *risos*.

    Nesse contexto somos levados juntamente com Sofia a conhecer um novo mundo e embarcamos em algo que a protagonista precisa encontrar a qualquer custo: o amor. Gente, sério! Que livro foi esse. Em várias situações me vi no lugar de Sofia, me senti sendo a protagonista do livro, fazendo com que meus olhos se enchessem de lágrimas lembrando de momentos nostálgicos sobre aquilo que pensei em algum momento ser de fato um momento importante em minha vida. Lendo Perdida pude perceber que como a protagonista, os dias passam tão rápidos que esquecemos de aproveitá-los da melhor forma possível e viver um sentimento tão lindo e verdadeiro que trocamos por um outro que nos amedronta e nos deixa com sentimento de culpa: o medo. Sim, Sofia tem medo de viver o presente e se entregar de fato sensações que seu ser anseia em ter. Perdida me trouxe sentimentos que me pegaram de um modo totalmente desprevenida, e arrancou todos os momentos mais profundos de meu ser.

    A escrita da autora é uma delícia, e faz com que a leitura seja totalmente fluida e gostosa de ser lida. Carina Rissi nos convida para um universo onde o amor é de fato colocado em primeiro lugar, deixando de lado todos os empecilhos, e a busca incansável de nos encontrar não em um outro alguém – mas em nos mesmos.

    ”Eu não me apaixonava desde… não que eu estivesse apaixonada por Ian. Eu não estava! Mal o conhecia! Mas alguma coisa nele mexia comigo. Uma coisa que eu não sabia explicar, nem para mim mesma.”
    Alguém aqui já leu o livro? O que vocês acharam?

     

  • Resenhas
  • 29 nov 2016

    Vídeo Black Friday

    Ei gente, tudo bom?

    Resolvi vencer a timidez e comecei a fazer vídeos para o canal do blog no YouTube. Nesse primeiro contato, mostrei os livros que adquiri na semana da Black Friday aqui do Brasil, e confesso que estou muito satisfeita com as minhas compras <3

    Comprei todos os livros – com exceção do Box Saga Encantadas que comprei na Submarino – no site da Amazon. Gostei bastante de ter feito esse primeiro vídeo, e pretendo com certeza continuar fazendo novos vídeos, juntamente com resenhas para o canal e blog.

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    No vídeo pude mostrar um por um, e comentei rapidamente sobre o porquê de ter adquiri-los. Caso vocês queiram ver na integra cada um, é só clicar no link a seguir Livros da BF.

  • Resenhas
  • 23 nov 2016

    Resenha: P.S.: Ainda Amo Você

    Título: P.S I Still Love You – P.S.: Ainda Amo Você
    Autor (a): Jenny Han
    Editora: Intrínseca
    Ano: 2016
    Onde comprar: Saraiva, Amazon
    Classificação: 5/5

    Sinopse: Lara Jean sempre teve uma vida amorosa muito movimentada, pelo menos na cabeça dela. Para cada garoto por quem se apaixonou e desapaixonou platonicamente, ela escreveu uma bela carta de despedida. Cartas muito dela, muito pessoais, que de repente e sem explicação foram parar nas mãos dos destinatários. Em “Para todos os garotos que já amei”, Lara Jean não fazia ideia de como sair dessa enrascada, muito menos sabia que o namoro de mentirinha com Peter Kavinsky, inventado apenas para fugir do total constrangimento, se transformaria em algo mais. Agora, em “P.S.: Ainda amo você”, Lara Jean tem que aprender como é estar em um relacionamento que, pela primeira vez, não é de faz de conta. E quando ela parece estar conseguindo, um garoto do passado cai de paraquedas bem no meio de tudo, e os sentimentos de Lara por ele também retornam. 

    Quem aqui já sentiu um friozinho na barriga por gostar de um rapaz? E quando passamos anos sem encontrar alguém que de fato foi importante e significativo em nossas vidas, ou até perdemos o contato pelo fato de cada um seguiu sua vida e do nada, a pessoa aparece e te manda um ”Oi, como você está?”. Sim. Os livros da Jenny Han fazem isso com o leitor: nos remete a momentos dos primeiro sentimentos por um alguém, fazendo com que tenhamos momentos nostálgicos e suspiros em relembrar de momentos já vividos. 

    No segundo livro, somos convidados a retornarmos a história da nossa querida Lara Jean – uma típica adolescente descobrindo os encantos do primeiro amor – mas dessa vez, um primeiro amor de verdade. Diferente de Para todos os garotos que já amei, no segundo livro da trilogia (o terceiro só lança em 2017 :/), P.S.: Ainda amo você, nos apresenta uma Lara Jean um tanto quanto diferente da que conhecemos no primeiro livro, entretanto, com toda paixão e fulgor que nos é mostrado no primeiro livro. 

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    Em para todos os garotos, a nossa protagonistas escreve cartas para deixar de amar os seus primeiros-amores, entretanto, suas cartas que deveriam ser secretas, são enviadas misteriosamente para todos os meninos. E é a partir dai que Lara e Peter começam um namoro para que ela não possa ficar constrangida e explicar para cada um o contexto das cartas. Em p.s.: ainda amo você, Lara Jean percebe que por mais que tenha gostado de Peter de forma inocente quando mais nova, hoje em dia é ele quem ela ama.

    Nesse contexto, a história nos é apresentada de diversas formas e até com algumas reviravoltas, fazendo com que borboletas apareçam em nosso estômago novamente, lembrando daquele primeiro amor na adolescência. Nesse livro temos além de todas as novas responsabilidades e amadurecimento, conhecemos um novo lado de Margot – a irmã mais velha de Lara Jean, além de conhecermos melhor os outros personagens.

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    Eu, particularmente sou um tanto quanto suspeita para classificar ambos os livros, mas a minha classificação continua 5, porque simplesmente amei a história, o contexto, amei tudo. E por mais que tenhamos novamente a figura de um triângulo amoroso, onde o rapaz é uma fofura em pessoa, continuo torcendo por mais Lara e Peter no terceiro livro.

    E ai? Vocês já leram o livro? Comentem aqui embaixo a opinião de vocês <3

    De repente, estou nos braços dele, estamos nos abraçando e beijando, e estamos tremendo, porque agora nós dois sabemos: esta é a noite em que nos tornamos reais.

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  • Resenhas
  • 16 nov 2016

    Resenha: Para Todos os Garotos que Já Amei

    Título: To All The Boys I’ve Loved Before – Para Todos os Garotos que Já Amei
    Autor (a): Jenny Han
    Editora: Intrínseca
    Ano: 2015
    Onde comprar: Saraiva, Submarino, Amazon.
    Classificação: 5/5

     

    Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.

     

    Confesso que não conhecia a autora, e me apaixonei e julguei o livro pela capa. No começo pensei que fosse apenas mais um romance bobinho, onde encontramos uma protagonista chatinha, em dúvida sobre dois garotos, tendo assim o famoso triângulo amoroso. Resolvi dar uma chance ao livro, e pronto: me apaixonei pela história. Os personagens são tão cativantes, que quando a história termina, você não sabe mais o que fazer: se começa a ler de novo, se pega outro livro que acaba deixando de lado por ter se envolvido tanto com a história da Lara Jean, haha. O livro é sim aquele famoso clichê que estamos acostumadas (os) sobre romance, mas acaba sendo um clichê tão gostoso e tão divertido, que você não se importa em já deduzir todos os próximos capítulos.

    As sensações que o livro me proporcionou foi de querer voltar a época da adolescência e reviver tudo como Lara Jean vive no livro. Lembro-me de escrever cartinhas de amor para os meninos que eu gostava, mas diferente da protagonista, algumas cartinhas eu mesma entreguei kkk.

    A história conta sobre os romances – mesmo que platônicos – de Lara Jean, uma típica adolescente passando por todas as fases em que nos encontramos ou já passamos. A personagem é a irmã do meio da família, e tem como irmã mais velha a Margot – um exemplo de responsabilidade, inteligente, e até certos momentos, ‘’perfeita’’ –  e a mais nova a Kitty: uma criança que não parece nada com uma criança. A Kitty é um amor, mas em muitos momentos, é aquela típica irmã mais nova que você faz de tudo por ela, haha e elas moram com o pai, pois a mãe havia falecido, e com isso, acabam que são apenas as três juntamente com o pai que faz de tudo por elas. A relação familiar deles é muito bonita de ser lida, e começamos a ter uma nova noção do que irá acontecer, quando Margot resolve ir estudar em uma faculdade no exterior, e as responsabilidades que ela assumia, passa então para Lara Jean – uma vez que a mesma nunca precisou assumir tantas responsabilidades com a rotina da casa, levar a Kitty para a escola e lugares e etc, fazendo com que a nossa protagonista fique com medo de não conseguir realizar com tanta destreza como a irmã.

    E no meio desse turbilhão de coisas que estão acontecendo em sua vida, ela tem as suas cartas misteriosamente enviadas pelos correios, para os cinco garotos que um dia ela já amou. Com essa bagunça e novas responsabilidades assumidas, Lara Jean terá que saber lidar com todos os novos acontecimentos em sua vida – e querendo ou não, se tornar mais madura. O cativante na história é ver o crescimento e amadurecimento da personagem ao longo dos capítulos, vendo assim, a relação de amor e ódio com Kitty, e se tornando cada vez mais responsável em todas as áreas de sua vida. Além disso, depois que as cartas começam a finalmente serem entregues aos garotos, a personagem tem um plano juntamente com um dos garotos de começar um namoro fake. Só que os dois não tem nada a ver um com o outro, e uma vez que o namoro começa, a autora traz e mostra que as aparências enganam sim.

    Nesse contexto, estaremos diante de um romance para lá de fofo, com direito a fazer ‘’awwwn’’ em várias cenas do livro, além de nos emocionar em tantas outras. Assim sendo, o livro é tão gostoso, que você acaba de ler em um piscar de olhos, pedindo por mais Lara Jean. A escrita na autora é muito boa, fazendo com que seja bem fluída e você não tem vontade de fazer mais nada – só ler sobre a personagem.

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