• Papelaria
  • 3 mar 2017

    RECEBIDOS DA SEMANA

    Ei gente! Tudo bem?

    Como foi a semana pós-carnaval de vocês? Confesso que a minha foi bem leve, e ainda estou me habituando ao normal. Ontem tomei uma decisão bem importante referente à minha vida pessoal e profissional, e se tudo der certo, logo terei novidades para vocês. Além disso, ontem e hoje recebi duas encomendas que eu particularmente estava louca que chegassem, haha. E é por isso que estou aqui pra compartilhar o amor com vocês <3

    Pra quem me conhece, sabe que sou apaixonada pelo universo de papelaria, não é mesmo? E para aqueles que estão chegando por aqui, saibam disso, hehe – até porquê participo de um grupo de papelaria de meu estado. Enfim. Já fazia algum tempo que estava querendo comprar alguns stickers para usar em meus planners – principalmente no Happy Planner. Sendo assim, acabei comprando na própria loja do planner. Comprei alguns stickers e dois kits de washitapes. Infelizmente fui taxada pela Receita Federal snif,  e a receita não foi bondosa comigo </3.

     

    Porém quando abri minha caixinha da felicidade, quase morri do coração! Todo o cuidado da loja com as suas criações, e além disso, me enviaram um adesivo escrito I’m a Happy Planner e um cartão no formato de postal escrito You are amazing com as informações e redes sociais da loja. Cada adesivo me chamou atenção.

    Meu segundo item dos recebidos foi um relógio que comprei no site da Vivara Online. Tenho um relógio prata, porém ele é um mini daquele CASIO – e como estou em uma vibe de usar algumas pulseiras a mais, então acaba passando por cima do relógio. Futriquei o site de cabo a rabo atrás de um relógio que me chamasse atenção, e felizmente consegui um e com um bom preço.

    E essas foram os meus recebidos da semana. Pra quem tiver alguma dúvida referente aos adesivos e washitapes tenho uma loja que é daqui do Brasil e os preços são bons também. As pessoas que gostam de funko pop preparem-se pois é provável que semana que vem chegue meus dois para ”terminar” minha primeira coleção de Harry Potter e única  e a Belle Winter <3

     

  • Dicas
  • 1 mar 2017

    SORTEIO – A RAINHA VERMELHA

    Ei gente! Tudo bem com vocês?

    Ultimamente estou tão sumida do blog, e postando mais no instagram que acabo esquecendo de compartilhar com vocês alguns detalhes importantes. Bom, desde quando reassumi o blog, estou tendo algumas dificuldades por conta de falta de tempo e também por causa de ressaca literária – sim! sempre sofro disso, haha. Mas confesso que são muitas mudanças em apenas alguns meses de minha vida, e acabei não conseguindo conciliar tudo. Além disso, por mais que eu graças a Deus tenha condições de comprar livros, queria tentar algumas parcerias para o blog para passar uma imagem mais profissional para vocês – porém, todas que me inscrevi, não logrei êxito… e meio que foi um choque de realidade e decepção comigo mesma.

    Sem contar que não estou querendo mais me prender apenas em um blog literário – estou querendo falar de tudo com vocês. Então, queria saber a opinião de vocês sobre isso: não vou mudar o foco literário do blog, só quero poder falar livremente com vocês sobre diversos assuntos – desde livros, filmes, séries, viagens, moda que querendo ou não, são assuntos que me interesso e sou extremamente apaixonada.

    Mas o meu post não foi pra conversar sobre mudanças, e sim sobre um sorteio que está rolando em parceria com o blog Reino da Loucura que é o Blog da GabiÉ um sorteio no instagram. Então, caso você ainda não esteja participando, corre lá no insta do blog @maisumigliterario e procure pela foto oficial do sorteio. 

     

     

    O ganhador irá levar para casa os quatro livros da série A Rainha Vermelha. Então corre lá, leia as regras e participe! <3

     

  • Dicas, Filmes
  • 23 fev 2017

    Memórias de uma gueixa

     

    Ei pessoal! Tudo bem?

    Sei que estou um pouquinho sumida, mas gostaria de mais uma vez pedir desculpas pelo meu sumiço. Confesso que estou em uma puta ressaca literária esses dias. Estou com três livros para terminar, e não consegui concluir nenhum até agora :/ mas prometo que vou me esforçar e trazer resenhas pra vocês. São tantas coisas passando em minha mente ultimamente, e confesso que estou extremamente perdida sobre vários assuntos referentes à minha vida. Mas chega de falar de mim, não é mesmo? Hoje resolvi trazer para vocês uma dica de filme e livro – e depois prometo fazer um post relacionado à livro x filme referente à essa dica de hoje, ok?

    Bom, acredito que minha paixão pela Coréia do Sul não seja uma novidade para vocês, não é mesmo? A dica de hoje não tem a ver com a Coréia em especial (snif), mas sim sobre um país asiático que muitas pessoas acabam tendo curiosidades sobre esse universo. Hoje em dia, por mais que vivenciamos um mundo diferente de 70 a 80 anos atrás, ainda presenciamos cenas de maus tratos covardia estampada contra algumas mulheres – lógico, conseguimos evoluir bastante isso, mas ainda sabemos que precisamos mudar muita coisa.

    Pois bem imaginem só: Japão. Uma cultura totalmente diferente do Brasil, porém com muitas coisas em comum. Sabemos que em grande parte do mundo, o patriarquismo sempre existiu, e pelo menos no Japão, as coisas são um pouco mais complexas que aqui por exemplo – ou já foram, não é mesmo? Mas a questão é: até que ponto vale a disposição de uma mulher para ser alguém em uma sociedade? Vencer preconceitos, vencer o abandono, a falta de uma base familiar – pois infelizmente a nossa protagonista passa por isso. Até que ponto a mesma precisou lutar e chegar para ser reconhecida com um ser humano. O filme traz menções incríveis a cultura misteriosa das gueixas – e para quem não sabe, Gueixas são artistas em movimento, e não prostitutas como muitas pessoas pensam. Somos apresentados à uma criança inocente em seus aspectos, que foi vendida por seus pais para um okiya, uma casa de gueixas.

    Porém, como nem tudo são flores, nossa protagonista passa por muita coisa em sua vida para assim se tornar uma das gueixas mais renomadas de todo o Japão. O principal cenário do filme é sim o universo das gueixas, entretanto, como cenário de fundo, temos o início da Segunda guerra mundial. Por mais que Sayuri acaba se tornando uma das gueixas mais famosas do Japão, a mesma precisa lidar com o egoísmo, inveja, e o desejo de todos os homens mais importantes da época – sendo que seu coração pertence apenas à uma pessoa.

     

    Descobrimos ainda que gueixas não podem se permitir amar. Sim, são artistas que buscam a perfeição, entretanto, não podem amar. São privadas de um dos sentimentos mais lindos e puros que um ser humano pode experimentar em sua existência. Mas ainda assim, se contentam com a bondade – uma vez que algumas já experimentaram tanta maldade.

    E é por isso que esse livro/filme é sem sombra de dúvidas, um dos meus favoritos. Sempre que assisto, choro horrores e não me canso! A história de Sayuri é cativante. Não tem como não se apaixonar e não tem como não torcer por ela até o final. Pra quem está em busca de um filme/livro feliz, peço que entenda o sofrimento e só depois entenderá a felicidade. Além disso, o filme/livro nos trás tantas lições que nossa! Se alguém ainda não assistiu, peço encarecidamente que vá fazer isso, haha.

     

    E vocês? Já leram ou assistiram ao filme? <3

  • Dicas
  • 13 fev 2017

    Relendo Harry Potter <3

    Oi gente! Tudo bem?

    Hoje resolvi compartilhar com vocês uma experiência que três amigos meus e eu estamos começando. Pra quem me conhece, sabe que sou fã de Harry Potter, e assim como eles, nossa paixão pelo universo mágico só tem a crescer. Sendo assim, propus relermos todos os livros – série completa – do mundo mágico criado por J.K Rowling. Com isso, pra quem tem interesse em reler os 7 livros me avisem para quem possamos fazer algo bem organizado.

    Resolvemos que iremos ler três capítulos por dia. Como moramos no Espírito Santo, vamos nos reunir para discutir cada livro lido. Pra quem não mora no Estado, podemos pensar em uma maneira que possa incluí-los nas discussões sobre cada livro. Ninguém sabe disso então:  aqueles que estiverem lendo com a gente, vão concorrer à uma surpresa no final – surpresa apenas no término do 7 livro. 

     

    E então? Ansioso (a)? Prepare-se e vá imediatamente para o Expresso Hogwarts, e embarque com a gente nessa aventura.

  • Seriados
  • 13 fev 2017

    One day at a time

    Ei gente, tudo bom?

    Tenho muitas novidades para vocês, e espero que possam ficar feliz assim como eu fiquei. Não sei se alguém aqui viu quando comentei que havia conseguido um estágio em um escritório, e por conta disso, acabei sumida do blog e do instagram. Entretanto, acredito que a grande maioria tenha acompanhado os noticiários e visto que o Espírito Santo estava um caos por conta da Segurança Pública. A partir do momento em que houve a paralisação da Polícia Militar do Estado, o mesmo tornou-se um caos. Por conta disso, o escritório onde faço estágio ficou parado – por conta desse transtorno na vida da população capixava. Nesse meio tempo, consegui adiantar algumas leituras, e ainda, novos posts foram ao ar não só no blog como também no instagram pra quem não segue é @maisumigliterario. 

    Diante do caos que foi instaurado no Espírito Santo, uma amiga me indicou uma série bem bacana pra que eu pudesse acompanhar e passar o tempo – e assim o fiz. E é por isso que o post de hoje será especial, e também, tenho certeza que vocês irão amar. One day at a time é uma série americana de comédia produzida pela Netflix, sobre uma família latina (são cubanos), e nessa série, somos apresentados a dilemas que estamos vivenciando todos os dias na mídia mundial com o novo presidente de umas das maiores potencias mundiais – USA. 

    Essa série nos apresenta uma família que estamos sendo acostumados a conhecer nos dias atuais. Uma família nada comum, porém com grandes aprendizados e com aquilo que devemos prezar nas pessoas: companheirismo, amor, amizade e cumplicidade. Temos uma mãe divorciada, com dois filhos adolescentes, uma típica mãe/vó religiosa, e um vizinho amigo que dá suporte a família. O que achei mais interessante na série é como a mesma conseguiu reunir vários assuntos, e não perder o foco. Seguiu um roteiro impressionante, e com ótimas atuações.

    Além é claro, de trazer assuntos que não deveriam ser tidos como tabus em pleno século XXI. Assuntos esses como: machismo, feminismo, divórcio, bebidas, sexualidade, religiosidade, vício com remédios, deportação, imigração… dentre outros assuntos.

    Além dessa família incrível, os personagens secundários são HILÁRIOS! Só de lembrar do médico que é patrão da Alvarez (a mãe e provedora do lar), morro de rir. 

    Por conta dessa série, acabei tendo uma reflexão para a minha vida: a partir do momento em que não tomamos nenhum partido, e seguimos nossas vidas como seres humanos que somos, levando assim, o respeito ao próximo como o principal sentimento enraizado em nossos corações, seremos felizes – independentemente de opção sexual, religião, nacionalidade. O mundo precisa de pessoas que possam disseminar o amor, pessoas essas que a cima de tudo, consigam respeitar e amar o seu próximo – e tenha certeza que, a partir do momento em que fizermos isso, tudo ao nosso redor será melhor.

     

    E vocês? Já assistiram a série?

  • Coréia do Sul
  • 13 fev 2017

    In Memoriam – BIDU <3

    Oi gente!

    Hoje finalmente consegui sentar e compartilhar com vocês um dos dias que com toda a certeza, foi o mais difícil pra mim. Sou mãe de três cachorros: Bidu, Luna e Nina. Confesso que sou apaixonada pelos três, e sou mãe babona mesmo! Por mais que as pessoas possam dizer que não ”existe mãe de cachorro”, e sim dono, sou totalmente contra esse tipo de pensamento. A partir do momento em que você pega amor, você se torna responsável – e me considero como uma mãe pra eles sim.

    Quando me mudei de Cuiabá-MT para o Espírito Santo, vim com duas cachorrinhas. Porém, não tínhamos condições de mantê-las como cuidávamos delas em MT. Quando nos mudamos, passou algum tempo, e elas fugiram de nossa casa, e um senhor pegou e cuidou delas. Depois de algum tempo, descobrimos quem era, e acabamos deixando com ele, tendo em vista que não tínhamos condições para cuidar das duas no estado.

    Em 2009, depois de tanto implorar e não conseguir uma resposta positiva de meu pai para ter um novo cachorrinho, eis que o dono do petshop do bairro onde morávamos disse que haviam encontrado um poodle macho abandonado pela família, e que era muito fofo e super educadinho. Implorei tanto pra minha mãe deixar ele comigo, que ela acabou aceitando e depois minha irmã e eu iríamos nos virar pra conversar com meu pai. Quando ele chegou em nossa casa, nem parecia que tínhamos um cachorro, de tão quietinho que ele era. Tão bonzinho e amoroso <3 tentamos vários nomes, e por fim, minha irmã sugeriu Bidu, e ele logo acatou quando ouviu. Ficou decidido: o nome dele seria Bidu. 

    Brincávamos e cuidávamos dele como se fosse um irmãozinho mais novo – e eu com a minha mania de cuidar e dizer que era meu filho. Diferente dos outros cachorros que tive, Bidu não gostava nada que eu o apertasse – sim, sou meio Felícia tratando-se de cachorro. Mas aos trancos e barrancos fomos nos entendendo e ele aceitava o meu amor exagerado. 

    Cuidamos de Bidu da melhor forma que podíamos! Sabíamos que a qualquer momento ele poderia descansar, pois ele já era idosinho quando o adotamos. Mas não… nosso bebê foi forte. Ficou com a gente até o último momento de sua vida – e olha que ele aproveitou bastante. Lembro-me quando ainda morávamos no bairro em que o adotamos, e ele era conhecido pelas ruas como o ”cachorro mijão” ele não sabia passear… só fazia xixi mesmo, haha. Era simpático, educado e amava as pessoas que demonstravam o mínimo de carinho. Meu anjinho só queria ser amado – tenho certeza que ele foi muito amado por nós. 

    Mas infelizmente eles não são eternos. Assim como nós, o meu príncipe descansou  

    Agradeço imensamente a Deus por ter me dado a  oportunidade de cuidar e de acolher quando o abandonaram na rua. Que falta ele me faz   te amo tanto, meu anjinho. Saiba que a saudade ficou juntamente com o presente mais lindo (Nina) que você me deu.

     

  • Filmes
  • 9 fev 2017

    Inferno

    Produção: Brian Grazer
    Gênero: Suspense/Policial
    Minha avaliação: ★★★★

    Sinopse: O simbologista Robert Langdon e uma médica viajam pela Europa para deter o plano de um lunático de disseminar um vírus mortal.

    Hoje resolvi trazer uma crítica ao filme que assisti ontem 08/02/2017 à vocês. Não sei se vocês sabem, mas o Espírito Santo está passando por uma paralisação da Polícia Militar, e quase nada está funcionando no estado. Logo, quem estuda, não está tendo aula, quem trabalha, está sendo liberado mais cedo do serviço e a vida está tentando voltar a normalidade. Cansada de ficar em casa sem fazer nada – sim, não estou assistindo Netflix, não estou lendo –  resolvi baixar o Popcorn Time e comecei a assistir Inferno. 

    Assim que comecei a assistir, confesso que fiquei meio confusa com relação à temática do filme, entretanto, me prendeu desde as primeiras cenas. Quando li o nome, pensei que se tratava de algum filme com uma temática apocalíptica, com confrontos, saques e tudo mais – porém me enganei. Percebi então que estava diante de um filme bem Anjos e Demônios – até porque, é do mesmo autor, haha.

    Assistindo ao filme, me vi presa as cenas e a inteligência do simbologista Robert Langdon (interpretado por Tom Hanks). Logo de início, nos deparamos com ele acordando em um quarto de hospital, sem entender de fato o que estava acontecendo com ele, e pedindo assim explicações a médica responsável pelo caso, Sienna Brooks (Felicity Jones). Robert Langdon não lembrava de absolutamente nada o que havia acontecido nas últimas 48 horas. Misteriosamente ele é atacado por uma mulher que entra atirando no hospital e querendo acertá-lo. Com isso, Sienna resolve levá-lo até sua casa para ajudá-lo e tratar de seus ferimentos, e é na casa dela, que Langdon começa a lembrar de algumas coisas que lhe aconteceram – e até mesmo encontra um frasco que só pode ser aberto por digital. Ao abri-lo, percebe que está diante de um ”mapa” que dá início à uma busca incansável pelo universo do autor Dante Alighieri – Divina Comédia. 

    Vi que muitas pessoas gostaram do filme, e percebi que a grande maioria não gostou. Disseram que o final foi deplorável, e que não seguiu o livro. Uma coisa que muitas pessoas devem entender, é que adaptações para os cinemas são sim necessárias – me surpreendi com a reviravolta no final do filme, e tenho certeza que se o final do livro é mais surpreendente então preciso começar imediatamente a ler Dan Brown. Também li e ouvi pessoas dizendo que esse foi o pior filme que Tom Hanks interpretou. Não sou Expert em cinema, mas como uma boa pessoa que ama filmes confesso que gostei e não me decepcionei. Além de todo o enredo ter me prendido, achei a fotografia bem feita e gostei da atuação da atriz Felicity Jones. Além disso, a partir do momento em que temos lunáticos desejando implantar um vírus para disseminar a humanidade, podemos esperar qualquer reviravolta do filme. Sem contar que, não dá para confiar em ninguém. Com o atual cenário em que nos encontramos no mundo, não duvido que possam surgir pessoas que ”por amor a humanidade”, possam sacrificar seres humanos, em busca de um bem comum à imagem deles.

    Confesso que valeu sim a experiência, e deixo desde já minha indicação: pra quem ainda não assistiu, vale a pena dar uma chance ao filme. 

    • Nós não nos cuidamos e nos perdemos.
    • Isso é arrependimento?
    • Só quando penso em você.

     

    Alguém aqui já assistiu ao filme? Também gostaram?

     

  • Dicas
  • 8 fev 2017

    Músicas que não param no meu Spotify

    Ei gente, tudo bem?

    Confesso que estou um pouquinho sumida por conta da correria do dia a dia – comecei a estagiar em uma escritório de advocacia \o/ e confesso: estou quase morrendo! haha

    Ultimamente estou tendo pouquíssimo tempo, pois também estou estudando coreano *-* e revendo questões do inglês e estudando pra OAB, rs. Ou seja, minha vida está uma loucura! E estou com pouco tempo, e peço desculpas desde já para quem acompanha o blog <3 prometo voltar a ser ativa aqui, e com certeza, colocar minhas leituras em dias – preciso, né? Até porquê, o foco do blog é literatura.

    Mas antes de voltar com tudo, resolvi postar minha playlist de Janeiro/Fevereiro. Não sei vocês, mas sou movida por música, além disso, sempre que ouço uma música, acabo criando todo um universo ainda mais particular. Meio que saio totalmente da óbita terrestre, e me vejo em outras dimensões – que? kkk

    Quando ouço músicas que realmente gosto da combinação batida + melodia, dificilmente consigo deixar de ouvi-las com facilidade – e por esse motivo, acabou sendo uma playlist de dois meses mesmo. Então vamos lá?

    Sofia Karlberg – Cover Crazy in Love (Beyoncé)

     

    Com certeza alguém aqui já esteve totalmente apaixonada por esse single da Queen B, não é mesmo? Mas esse cover… em meu ponto de vista, é um dos mais lindos que já ouvi. Não há como negar que a voz dessa mulher é maravilhosa. 

    ”Got me looking so crazy right now, your love’s got me looking so crazy right now (in love).”

     

    Sex Therapy – Robin Thicke 

    Gente! Que voz é essa? Sério. A primeira vez que ouvi essa música, me entreguei por completo. Amo músicas agitadas, mas músicas com essa batida, com essa calmaria, acabam me ganhando.

    ”Só deixe o meu amor te segurar aqui, garota não tenha medo de mim.”

    Wicked Games – The Weeknd 

     

    Mesmo que essa música possa ter algum conteúdo explícito, não consigo deixar de ouvi-lá. Nesse caso, vejo mais o lado desesperado dele de amar a sua garota.

    ”Me escute, eu te darei tudo o que eu tenho me dê tudo isso, eu tenho confiança em mim mesmo.”

    HONNE – Warm on a cold night

     

    Já indiquei essa música para umas 30 pessoas, sério. Pra quem ainda não conhece, dê uma chance à HONNE. Que música é esse, meu amor? Infelizmente associei essa música à uma pessoa – droga – mas espero desassociar rapidamente, pois a música é linda.

    ”Garota, você poderia estar com alguém obrigada por me fazer seu número um.” 

    E então? Vocês já tinham ouvido falar de alguma dessas músicas? Espero realmente que tenham gostado do post, e prometo fazer novas dicas com ótimas músicas para vocês.  Beijos, e até o próximo post!

  • Resenhas
  • 1 fev 2017

    Resenha: O Visconde que me Amava

    Título: O Visconde que me amava
    Autor (a): Julia Quinn
    Editora: Arqueiro
    Ano: 2013
    Onde comprar: Amazon|Saraiva|Submarino
    Classificação: 5/5
    Sinopse: A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela. Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele. Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.
    Sempre que desejo atingir algo em minha vida, começo a planejar e fazer metas. Atualmente faço bastante listas também. Nesse segundo livro da série Os Bridgertons somos convidados a conhecer melhor sobre o primogênito da família: Anthony Bridgerton. O livro já me conquistou a partir do momento em que Anthony começa a fazer uma lista do que uma esposa teria que ter para ser considerada ideal. Ora essa: um dos maiores libertinos que conhecemos no primeiro livro de Julia Quinn pensando em casar?

    O mais cômico disso tudo, é que ele resolve que irá se casar com umas das solteiras mais cobiçadas na temporada: Edwina Sheffield. Uma moça linda para sua época, que por sua vez, comentou em algum dos consertos que participara, em alto e bom tom, que só se casaria com a permissão de sua irmã mas velha: Kate Sheffield. Diferente de sua irmã caçula, Kate não é tão cobiçada entre as solteiras. Digamos que a mesma possui uma beleza comum – uma beleza que não enchia os olhos de quem cobiçava Edwina. Nessa temporada, temos um visconde que está atrás de uma esposa, mas digamos que da esposa errada, haha. Kate é de longe, alguém que se encaixaria na lista de ”exigências” do Visconde. Ela é teimosa, implicante, retruca tudo que o mesmo diz. E gente: logo estamos torcendo para que os dois fiquem juntos.


    Confesso que me encantei demais por essa história. Me vi envolvida por completo com a família Sheffield e ainda mais com os Bridgertons. Diferente do Duque e eu, conseguimos analisar um maior amor e devoção de Anthony à sua mãe e aos seus irmãos. Amei conhecê-lo ainda mais. Também fiquei apaixonada pelo relacionamento das irmãs Sheffields e de Mary Sheffield – em todo seu cuidado com as filhas ❤

     

    O Visconde que me Amava entrou, sem dúvidas, para a minha lista de favoritos de 2016/2017. Julia Quinn superou minhas expectativas com relação à essa maravilhosa série. Confesso que quero muito continuar os outros livros, porém, agora irei pausar um pouquinho e ler outro livro pra não enjoar de romance de epoca, haha.
    E vocês? Já leram a série? Beijos.

  • Resenhas
  • 1 fev 2017

    Resenha: O Duque e eu

    Título: O Duque e eu
    Autor (a): Julia Quinn
    Editora: Arqueiro
    Ano: 2013
    Onde comprar: Amazon|Saraiva |Submarino
    Classificação: 4/5
    Sinopse: Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta. Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida. Primeiro dos oito livros da série Os Bridgertons, O duque e eu é uma bela história sobre o poder do amor, contada com o senso de humor afiado e a sensibilidade que são marcas registradas de Julia Quinn, autora com 8 milhões de exemplares vendidos.
    Quem diria! Eu, Talita lendo romance de época, haha. Confesso que não é meu gênero favorito, entretanto, resolvi dar uma chance para o gênero que arranca suspiros das formas mais diversificadas de adolescentes e jovens de nossos dias atuais. Quando conheci a autora, foi por acaso na livraria de minha cidade. Resolvi comprar pra dar uma chance, porém não li. Nesse meio tempo, houve um evento literário em minha cidade sobre romance de época, e foi nele que resolvi que iria ler O Duque e eu.
    Assim que peguei o livro para ler, confesso ainda que deixei o mesmo um pouco de lado, entretanto, indiquei para uma amiga e ela leu primeiro que eu risos. Por mais que o livro seja de um gênero que não é de longe um de meus favoritos, posso afirmar com todas as letras que me apaixonei por O Duque e eu.
    Somos apresentamos a família Bridgerton – uma família nada comum até mesmo para a época. Uma família composta por oito filhos e seus nomes são em ordem alfabética. O livro é o primeiro da série Os Bridgertons e vai contar a história da quarta filha da família, entretanto, a mais velha entre as meninas a Daphne Bridgerton. Nossa protagonista é a famosa mocinha de livros de romance de época: sonhadora, deseja casar com um homem que possa fazê-la feliz, e além disso, que possa lhe dar uma família grande assim como a sua. Mas diferente das mocinhas de sua época, Daphne é um tanto quanto diferente, tendo em vista que ela é uma moça muito simpática, decidida e tem vários amigos – mas nenhum a corteja pelo fato de considerá-la amiga – e também por outro fato que descobrimos no livro, haha.
    Por outro lado, temos Simon Basset: o duque libertino de Hastings. Simon não veio de uma família grande e estruturada como Daphne, e por conta de ter sofrido em sua infância, o mesmo é um tanto quanto fechado para o amor. Porém, logo que os dois se conhecem, são atraídos um ao outro – não apenas como amantes, mas também pela amizade entre os dois. Ah! E vale super a pena dizer que Simon é o melhor amigo de Anthony Bridgerton, o irmão mais velho de Daphne. Nessa situação, somos tomados por momentos intensos entre os personagens, além da amizade sincera de Daphne e Simon. Conhecemos um pouco os membros dessa enorme família – e eu já tenho meu favorito, porém é o quarto livro. Por mais que eu tenha gostado do livro e dos personagens, haviam momentos em que eu não tinha paciência alguma com Daphne e Simon.
    Mas logo passava essa falta de paciência com os dois, haha. No começo a leitura foi um pouco difícil, tendo em vista que não é meu gênero de leitura favorito – sempre corro quando o livro é romance de época, haha. Mas eu realmente me rendi, e já estou lendo o segundo livro dessa maravilhosa série. O Duque e eu já entrou para minha lista de favoritos desse ano, e confesso que se continuar nesse ritmo, iriei de fato amar essa série. E vocês? Já leram os livros?
    Simon não desejava ser o heroi de ninguém, mas nem ele poderia ignorar um insulto dessa magnitude.
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