• Dicas
  • 8 fev 2017

    Músicas que não param no meu Spotify

    Ei gente, tudo bem?

    Confesso que estou um pouquinho sumida por conta da correria do dia a dia – comecei a estagiar em uma escritório de advocacia \o/ e confesso: estou quase morrendo! haha

    Ultimamente estou tendo pouquíssimo tempo, pois também estou estudando coreano *-* e revendo questões do inglês e estudando pra OAB, rs. Ou seja, minha vida está uma loucura! E estou com pouco tempo, e peço desculpas desde já para quem acompanha o blog <3 prometo voltar a ser ativa aqui, e com certeza, colocar minhas leituras em dias – preciso, né? Até porquê, o foco do blog é literatura.

    Mas antes de voltar com tudo, resolvi postar minha playlist de Janeiro/Fevereiro. Não sei vocês, mas sou movida por música, além disso, sempre que ouço uma música, acabo criando todo um universo ainda mais particular. Meio que saio totalmente da óbita terrestre, e me vejo em outras dimensões – que? kkk

    Quando ouço músicas que realmente gosto da combinação batida + melodia, dificilmente consigo deixar de ouvi-las com facilidade – e por esse motivo, acabou sendo uma playlist de dois meses mesmo. Então vamos lá?

    Sofia Karlberg – Cover Crazy in Love (Beyoncé)

     

    Com certeza alguém aqui já esteve totalmente apaixonada por esse single da Queen B, não é mesmo? Mas esse cover… em meu ponto de vista, é um dos mais lindos que já ouvi. Não há como negar que a voz dessa mulher é maravilhosa. 

    ”Got me looking so crazy right now, your love’s got me looking so crazy right now (in love).”

     

    Sex Therapy – Robin Thicke 

    Gente! Que voz é essa? Sério. A primeira vez que ouvi essa música, me entreguei por completo. Amo músicas agitadas, mas músicas com essa batida, com essa calmaria, acabam me ganhando.

    ”Só deixe o meu amor te segurar aqui, garota não tenha medo de mim.”

    Wicked Games – The Weeknd 

     

    Mesmo que essa música possa ter algum conteúdo explícito, não consigo deixar de ouvi-lá. Nesse caso, vejo mais o lado desesperado dele de amar a sua garota.

    ”Me escute, eu te darei tudo o que eu tenho me dê tudo isso, eu tenho confiança em mim mesmo.”

    HONNE – Warm on a cold night

     

    Já indiquei essa música para umas 30 pessoas, sério. Pra quem ainda não conhece, dê uma chance à HONNE. Que música é esse, meu amor? Infelizmente associei essa música à uma pessoa – droga – mas espero desassociar rapidamente, pois a música é linda.

    ”Garota, você poderia estar com alguém obrigada por me fazer seu número um.” 

    E então? Vocês já tinham ouvido falar de alguma dessas músicas? Espero realmente que tenham gostado do post, e prometo fazer novas dicas com ótimas músicas para vocês.  Beijos, e até o próximo post!

  • Resenhas
  • 1 fev 2017

    Resenha: O Visconde que me Amava

    Título: O Visconde que me amava
    Autor (a): Julia Quinn
    Editora: Arqueiro
    Ano: 2013
    Onde comprar: Amazon|Saraiva|Submarino
    Classificação: 5/5
    Sinopse: A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela. Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele. Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.
    Sempre que desejo atingir algo em minha vida, começo a planejar e fazer metas. Atualmente faço bastante listas também. Nesse segundo livro da série Os Bridgertons somos convidados a conhecer melhor sobre o primogênito da família: Anthony Bridgerton. O livro já me conquistou a partir do momento em que Anthony começa a fazer uma lista do que uma esposa teria que ter para ser considerada ideal. Ora essa: um dos maiores libertinos que conhecemos no primeiro livro de Julia Quinn pensando em casar?

    O mais cômico disso tudo, é que ele resolve que irá se casar com umas das solteiras mais cobiçadas na temporada: Edwina Sheffield. Uma moça linda para sua época, que por sua vez, comentou em algum dos consertos que participara, em alto e bom tom, que só se casaria com a permissão de sua irmã mas velha: Kate Sheffield. Diferente de sua irmã caçula, Kate não é tão cobiçada entre as solteiras. Digamos que a mesma possui uma beleza comum – uma beleza que não enchia os olhos de quem cobiçava Edwina. Nessa temporada, temos um visconde que está atrás de uma esposa, mas digamos que da esposa errada, haha. Kate é de longe, alguém que se encaixaria na lista de ”exigências” do Visconde. Ela é teimosa, implicante, retruca tudo que o mesmo diz. E gente: logo estamos torcendo para que os dois fiquem juntos.


    Confesso que me encantei demais por essa história. Me vi envolvida por completo com a família Sheffield e ainda mais com os Bridgertons. Diferente do Duque e eu, conseguimos analisar um maior amor e devoção de Anthony à sua mãe e aos seus irmãos. Amei conhecê-lo ainda mais. Também fiquei apaixonada pelo relacionamento das irmãs Sheffields e de Mary Sheffield – em todo seu cuidado com as filhas ❤

     

    O Visconde que me Amava entrou, sem dúvidas, para a minha lista de favoritos de 2016/2017. Julia Quinn superou minhas expectativas com relação à essa maravilhosa série. Confesso que quero muito continuar os outros livros, porém, agora irei pausar um pouquinho e ler outro livro pra não enjoar de romance de epoca, haha.
    E vocês? Já leram a série? Beijos.

  • Resenhas
  • 1 fev 2017

    Resenha: O Duque e eu

    Título: O Duque e eu
    Autor (a): Julia Quinn
    Editora: Arqueiro
    Ano: 2013
    Onde comprar: Amazon|Saraiva |Submarino
    Classificação: 4/5
    Sinopse: Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta. Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida. Primeiro dos oito livros da série Os Bridgertons, O duque e eu é uma bela história sobre o poder do amor, contada com o senso de humor afiado e a sensibilidade que são marcas registradas de Julia Quinn, autora com 8 milhões de exemplares vendidos.
    Quem diria! Eu, Talita lendo romance de época, haha. Confesso que não é meu gênero favorito, entretanto, resolvi dar uma chance para o gênero que arranca suspiros das formas mais diversificadas de adolescentes e jovens de nossos dias atuais. Quando conheci a autora, foi por acaso na livraria de minha cidade. Resolvi comprar pra dar uma chance, porém não li. Nesse meio tempo, houve um evento literário em minha cidade sobre romance de época, e foi nele que resolvi que iria ler O Duque e eu.
    Assim que peguei o livro para ler, confesso ainda que deixei o mesmo um pouco de lado, entretanto, indiquei para uma amiga e ela leu primeiro que eu risos. Por mais que o livro seja de um gênero que não é de longe um de meus favoritos, posso afirmar com todas as letras que me apaixonei por O Duque e eu.
    Somos apresentamos a família Bridgerton – uma família nada comum até mesmo para a época. Uma família composta por oito filhos e seus nomes são em ordem alfabética. O livro é o primeiro da série Os Bridgertons e vai contar a história da quarta filha da família, entretanto, a mais velha entre as meninas a Daphne Bridgerton. Nossa protagonista é a famosa mocinha de livros de romance de época: sonhadora, deseja casar com um homem que possa fazê-la feliz, e além disso, que possa lhe dar uma família grande assim como a sua. Mas diferente das mocinhas de sua época, Daphne é um tanto quanto diferente, tendo em vista que ela é uma moça muito simpática, decidida e tem vários amigos – mas nenhum a corteja pelo fato de considerá-la amiga – e também por outro fato que descobrimos no livro, haha.
    Por outro lado, temos Simon Basset: o duque libertino de Hastings. Simon não veio de uma família grande e estruturada como Daphne, e por conta de ter sofrido em sua infância, o mesmo é um tanto quanto fechado para o amor. Porém, logo que os dois se conhecem, são atraídos um ao outro – não apenas como amantes, mas também pela amizade entre os dois. Ah! E vale super a pena dizer que Simon é o melhor amigo de Anthony Bridgerton, o irmão mais velho de Daphne. Nessa situação, somos tomados por momentos intensos entre os personagens, além da amizade sincera de Daphne e Simon. Conhecemos um pouco os membros dessa enorme família – e eu já tenho meu favorito, porém é o quarto livro. Por mais que eu tenha gostado do livro e dos personagens, haviam momentos em que eu não tinha paciência alguma com Daphne e Simon.
    Mas logo passava essa falta de paciência com os dois, haha. No começo a leitura foi um pouco difícil, tendo em vista que não é meu gênero de leitura favorito – sempre corro quando o livro é romance de época, haha. Mas eu realmente me rendi, e já estou lendo o segundo livro dessa maravilhosa série. O Duque e eu já entrou para minha lista de favoritos desse ano, e confesso que se continuar nesse ritmo, iriei de fato amar essa série. E vocês? Já leram os livros?
    Simon não desejava ser o heroi de ninguém, mas nem ele poderia ignorar um insulto dessa magnitude.
  • Resenhas
  • 1 fev 2017

    Resenha: Histórias de Hogwarts

    Título: Histórias de Hogwarts: Poder, Política e Poltergeists Petulantes
    Autor (a): J.K Rowling
    E-book
    Onde comprar: Amazon
    Classificação: 5/5 ❤
    Tudo que envolva o universo mágico de J.K Rowling vale a pena ser lido, não é mesmo? E com esse e-book lançado pelo Pottermore não seria diferente. Assim que fiquei sabendo dele e dos outros 2 e-books corri no site da Amazon e os adquiri. Confesso que ainda não li os outros dois, entretanto, a resenha de hoje falaremos sobre Poder, Política e Poltergeists Petulantes.

    O e-book traz várias informações e nos apresenta personagens que já conhecemos, e ainda, como e porque daquele personagem ser do jeito que conhecemos. Na verdade, conta um pouquinho da história de cada – e achei isso super interessante. Bom, no primeiro capítulo temos a história de nossa querida sóquenão Dolores Umbridge. Achei bem interessante a forma com que a J.K a descreve com ”a aparência de um cupcake decorada, mas não tinha nada de doce”. Ela ainda traz no início a data de aniversário, qual a varinha da bruxa, qual casa ela pertenceu e suas habilidades especiais. No decorrer do primeiro capítulo temos uma apresentação do passado sombrio da mesma. Sobre sua família, de como ela chegou ao poder e etc. Acabamos conhecendo um pouco mais afundo uma das bruxas mais odiadas no universo mágico.

    No segundo capítulo temos a presença dos Ministros da Magia de Azkaban. Confesso que gostei bastante, pois vai passando e comentando sobre cada Ministro que assumiu e em que ano o mesmo ”governava”. Achei úteis as informações, e nesse capítulo, conseguimos conhecer o passado e presente do Ministério da Magia.

    No terceiro capítulo é o maior capítulo, pois o mesmo trata sobre Horácio Slughorn, Porções, Porção Polissuco e Caldeirões. Conhecemos mais afundo o professor Horácio e seu elitismo entre os alunos, pois sempre estava em busca de pessoas que possuíam poderes excepcionais. Além disso, é o famoso professor que adorava Tom Servolo Riddle: uma vez que o mesmo conseguiu descobrir através de seu professor como criar Horcruxes. Com relação as porções J.K traz explicações assim como fala sobre Porção polissuco e explica mais um pouquinho sobre a famosa porção que nos é apresentada nos livros e no segundo filme de HP. Comenta ainda um pouquinho sobre a figura dos caldeirões e como a figura dos mesmos são tão importantes para a comunidade bruxa.

    Já no quarto capítulo descobrimos um pouco mais sobre o professor Quirino Quirrell – o primeiro professor de Defesa Contra as Artes das Trevas de Harry Potter. Ficamos sabendo ainda como e porque Voldermort o escolheu para habitar temporariamente em seu corpo.
    E por fim, o quinto capítulo Pirraça, o poltergeist temos a história de nosso fantasma favorito: O pirraça. Pra quem já leu os livros, com certeza sentiram a falta dele nos filmes assim como eu. De acordo com J.K: poltergeist seria pelo simplesmente um fantasma barulhento, haha.
    Para quem ainda não leu, super indico os e-books. Com certeza vocês irão amar todas as explicações. Sem contar que no final de cada capítulo, temos reflexões da J.K Rowling e os comentários são super válidos.

  • Resenhas
  • 1 fev 2017

    Resenha: Como eu era antes de você

    Título: Como eu era antes de você
    Autor (a): Jojo Moyes
    Editora: Intrínseca
    Ano: 2013
    Onde comprar: Amazon|Saraiva|Submarino
    Classificação: 5/5 ❤

     Sinopse: Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Além disso, trabalha como garçonete num café, um emprego que ela adora e que, apesar de não pagar muito, ajuda nas despesas. E namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe. Quando o café fecha as portas, Lou se vê obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, a ex-garçonete consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto e planeja dar um fim ao seu sofrimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro. Como eu era antes de você é uma história de amor e uma história de família, mas acima de tudo é uma história sobre a coragem e o esforço necessários para retomar a vida quando tudo parece acabado.
    Um livro/filme que tem como tema principal a música Photograph de Ed Sheeran não podemos esperar pouca coisa, não é mesmo? Uma música que é capaz de despertar toda paixão que existe em seu coração, onde a letra diz: Amar pode curar. Amar pode remendar sua alma e é a única coisa que eu sei. Eu juro que fica mais fácil. Lembre-se disso em cada pedaço seu e é a única coisa que levamos conosco quando morremos.
    Pensei bastante antes de começar essa resenha para o blog, uma vez que meus sentimentos com relação ao livro são de fato um tanto quanto contrário a maioria das pessoas. Analisei o livro da perspectiva de Will Traynor, e não apenas o conto de fadas que as pessoas idealizam ao ler Como eu era antes de você.
    Quando lembro desse livro, sinto todas as emoções que um dia quis esconder dentro de mim. A autora desperta todas os detalhes de um amor um tanto quanto impossível – pois ambos os lados sentem algo um pelo outro, entretanto, apenas uma pessoa está de fato pronta para se entregar e abrir mão de tudo por conta de um amor. A história do livro Como eu era antes de você nos apresenta Louisa Clark – uma típica jovem de 26 anos vivendo sua vida da forma mais comum possível. Tem um emprego que possibilita sua monotonia – que depois é quebrada, lógico – uma jovem em um relacionamento que visa apenas o lado de uma pessoa, onde a mesma abre mão de sua vida para viver a vida de outra pessoa, e além disso, uma jovem que não só abre mão de sua vida, mas também de seus sonhos e vontades por conta de sua família.

    Por outro lado temos Will Traynor: um típico homem que viveu sua vida da melhor forma possível, super ativo e esportista que estava a frente da empresa de sua família. Porém, o mesmo teve um trágico acidente, onde tornou-se tetraplégico. Com o advento do acidente, Will não se encontra mais feliz como antes e assim, planeja de fato dar um basta ao seu sofrimento.
    Nesse contexto somos apresentados a um romance utópico entre os personagens, tendo em vista que Lou mais uma vez está disposta a abrir mão de seu eu, para fazer e ser feliz com Will. A partir do momento em que Lou e Will começam a se envolver de fato, somos convidados a pensarmos o seguinte: até que ponto os nossos sentimentos nos tornam reais tendo como base o ”abrir mão de si mesmo” para a felicidade de quem se ama? Lou estava disposta, esperando que Will abrisse de fato o seu coração para que ela lhe mostrasse o mundo se possível. Entretanto, será que aquela frase que assistimos no filme ”Antes que o dia termine” existe de fato? Que em um relacionamento sempre haverá alguém que irá amar mais, se entregar mais. No romance de Jojo não seria diferente: um lado deseja entregar seu coração aos sentimentos com todas as suas forças; por outro lado, temos uma pessoa que por mais que deseje que o romance se torne real, não teria coragem de pedir para que a pessoa se prendesse a ela.

    E com isso, observo atentamente que há de fato amor por ambos os lados – mas cada um sabe a sua limitação ao poder de amar, sabe até que ponto se entrega ou não a um relacionamento. E por mais que esperamos uma decisão diferente do personagem, o mesmo não vê outra saída – e devemos entender isso. A vida de uma pessoa é sua por completo. Eu entendo o lado de Will, entendo mesmo. Por mais que Lou pudesse fazer o impossível acontecer para que ele se tornasse feliz, não seria o bastante.
    Além disso o romance nos trás boas reflexões, uma vez que Will desperta tudo que existe de melhor em Lou – a personagem começa a sonhar novamente – e em meu ponto de vista, os sonhos são os combustíveis de nossas almas – começando assim a relembrar todos os fatos e tudo aquilo que já foi importante em sua vida. E isso não em preço. Faz com que nossa querida Lou reencontre o seu lugar ao mundo despertando assim, seu encontro consigo mesma.
    Confesso que adoro livros onde as personagens se encontram não em amores, mas em si. E por mais que algumas pessoas não tenham gostado do final, em meu ponto de vista, o amor não é só o fato de viver romantizando todos os momentos – mas viver todos os momentos como se fossem os últimos, e assim, trazendo tudo que há de melhor em desejos e sentimentos que acabaram adormecidos em algum canto de seu ser.
    Jojo Moyes nos traz a reflexão de que além de sentimentos por outras pessoas, precisamos de fato, de nos encontrar, para que assim possamos viver um romance, e nos entregar ao amor.
    É que… não aguento pensar que você vai ficar aqui pelo resto da vida. – Ele engoliu seco. – Você é muito inteligente. Muito interessante. – Ele desviou os olhos de mim. – Você só vive uma vez. É sua obrigação aproveitar a vida da melhor forma possível.

  • Resenhas
  • 1 fev 2017

    Resenha: Perdida

    Título: Perdida
    Autor (a): Carina Rissi
    Editora: Verus
    Ano: 2013
    Onde comprar: Amazon|Saraiva |Submarino
    Classificação: 5/5 ❤

     

     Sinopse: Sofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam. Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa? Ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke. Com a ajuda do prestativo – e lindo – Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos… Perdida é uma história apaixonante com um ritmo intenso, que vai fazer você devorar até a última página.

    Vamos começar essa resenha um tanto quanto diferente? Imagine você, uma jovem de 24 anos que cresceu em uma sociedade moderna: com carros, eletricidade, fast food, internet, Smartphones e toda tecnologia que nos é apresentada desde a nossa infância, adolescência e juventude. Bom, acredito que como eu, a maioria de nós somos convidados desde a cedo a ingressar e ter acesso a era tecnológica, e por não conhecermos outras realidades, acabamos nos apaixonando de fato por esse mundo tecnológico o qual nos encontramos. Sofia não é diferente de nós: é uma jovem que trabalha muito para conquistar seu espaço no trabalho, além de ter sofrido uma perda e ser sozinha na vida – claro, tem a Nina, sua melhor amiga. Uma jovem que foi de fato introduzida a vida adulta, fazendo com que a mesma tivesse responsabilidades e que amadurecesse rápido. Além disso, a correria que sua agitada vida na metrópole lhe causa, a mesma não acredita mais no amor, muito menos no instituto religioso do casamento.

    Com isso em um dia nada comum, Sofia resolve ir comprar um celular novo pois o seu caiu na privada de um bar onde esta comemorando com a Nina, sua melhor amiga. Quando Sofia tentando se recuperar de uma ressaca, vai em uma loja em busca de um novo celular – pois imaginem vocês sem um? Hoje em dia não consigo me imaginar sem o meu, sério. Chegando a loja, uma vendedora um tanto quanto estranha lhe atende, e oferece um celular mais estranho ainda – mas nossa protagonista resolve pegá-lo pois o mesmo estava com um ótimo preço. E é ai que a nossa aventura e da protagonista começa de fato. Sofia é teletransportada para o ano de 1830 – sim, no século XIX. E tudo aquilo que ela conhecera no século XXI, é deixado para trás pois agora a mesma terá que lidar com fatos e situações um tanto quanto extraordinárias – e até mesmo embaraçosas, como usar uma casinha *risos*.

    Nesse contexto somos levados juntamente com Sofia a conhecer um novo mundo e embarcamos em algo que a protagonista precisa encontrar a qualquer custo: o amor. Gente, sério! Que livro foi esse. Em várias situações me vi no lugar de Sofia, me senti sendo a protagonista do livro, fazendo com que meus olhos se enchessem de lágrimas lembrando de momentos nostálgicos sobre aquilo que pensei em algum momento ser de fato um momento importante em minha vida. Lendo Perdida pude perceber que como a protagonista, os dias passam tão rápidos que esquecemos de aproveitá-los da melhor forma possível e viver um sentimento tão lindo e verdadeiro que trocamos por um outro que nos amedronta e nos deixa com sentimento de culpa: o medo. Sim, Sofia tem medo de viver o presente e se entregar de fato sensações que seu ser anseia em ter. Perdida me trouxe sentimentos que me pegaram de um modo totalmente desprevenida, e arrancou todos os momentos mais profundos de meu ser.

    A escrita da autora é uma delícia, e faz com que a leitura seja totalmente fluida e gostosa de ser lida. Carina Rissi nos convida para um universo onde o amor é de fato colocado em primeiro lugar, deixando de lado todos os empecilhos, e a busca incansável de nos encontrar não em um outro alguém – mas em nos mesmos.

    ”Eu não me apaixonava desde… não que eu estivesse apaixonada por Ian. Eu não estava! Mal o conhecia! Mas alguma coisa nele mexia comigo. Uma coisa que eu não sabia explicar, nem para mim mesma.”
    Alguém aqui já leu o livro? O que vocês acharam?

     

  • Coréia do Sul, Dicas
  • 29 jan 2017

    5 DICAS DE DORAMAS

    Oi gente *-*

    Hoje vim trazer para vocês mais 5 dicas de doramas pra quem AMA um drama coreano.

    Bom, já fiz esse outro post porém em versão de vídeo – e vou deixar o link aqui caso alguém tenha interesse. Mas antes de começar o post, pensei em falar um pouquinho de como conheci e me apaixonei pela Coréia do Sul.

    Comecei a conhecer a Coréia através de k-pop. Fazia um tempo que ouvi uma música da boyband Big Bang. Porém, sabe quando você ouve e deixa passar? Foi isso que aconteceu: ouvi, achei legal e deixei pra lá. Um certo dia, estava procurando alguma coisa diferente para assistir na Netflix, e eis que surgiu o dorama Boys over Flowers. Li a sinopse do primeiro episódio, e achei divertido e então, comecei a assistir. Pronto! Viciei.

    Achei o drama muito engraçado, e não consegui parar de assistir. Lembrei que havia escutado a música, o famoso k-pop e então, procurei a banda. Nisso, fui entrando ainda mais nesse mundo de dramas, k-pop, e mergulhei com tudo na cultura coreana. Sempre tive um amorzinho com relação à animes e também mangás. Mas com a correria do dia a dia deixei de lado. Porém, com a Coréia foi diferente. Me vi totalmente envolvida com os personagens: me apaixonei perdidamente por bandas. Conheci também o grupo de Dorameiros no Facebook e foi aí que não consegui sair mesmo dessa vida. Digo que a Coréia do Sul não me apresentou apenas as maravilhas do país, mas me apresentou à amigos maravilhosos e sou muito grata.

    Depois pra quem tiver interesse, faço um apanhado geral de músicas, filmes e dramas que já assisti até hoje. Mas vamos as dicas, não é mesmo?

    GAP DONG

    Esse drama foge totalmente do estilo de drama que estou acostumada a acompanhar. O drama nos traz uma temática totalmente voltada para suspense, policial e mistério. E além disso, temos a figura de Serial Killer. Na época que ouvi sobre o drama, estava acompanhando um de mocinhas todo romântico, haha e simplesmente larguei para assisti-lo. O drama mostra duas amigas que estão ”fugindo” de casa, e em uma estrada, um homem misterioso se aproxima e pega as duas para matá-las – detalhe que o cara já estava sendo investigado, porém a polícia não conseguia pegá-lo. As duas amigas estão totalmente assustadas, e ele manda as duas tirarem cara ou coroa para ser quem iria viver e quem iria morrer. A que tirou coroa e pensou que iria viver, acaba frustrando suas expectativas, a partir do momento em que Gap Dong confessa que também irá matá-la. AI JESUS! Só de lembrar, já me dá um Heart Attack. Enfim gente! Ele não consegue executar a menina, e um menininho aparece e ele não consegue matá-la. Então, a polícia consegue prender um senhor inocente, coitado e acham ser ele o verdadeiro Gap Dong. Anos se passam, e Gap Dong está de volta D: e resolve atormentar novamente a nossa querida mocinha :'(

    Quase morri com a reviravolta que o drama nos proporciona. Pra quem gosta de mistério e suspense, acredito que vale a pena dar uma chance para esse drama maravilhoso. Além da atuação impecável do Lee Joon? Confesso que não o conhecia até o drama – as meninas do grupo do whatsapp falavam muito bem dele, e eu resolvi assistir ao drama por conta das indicações. Me apaixonei, rsss. Cada cena um tiro.

     

    SHINING INHERITANCE

    O que dizer desse drama que me fez querer entrar e bater com todas as minhas forças na cara do menino? Gente! Pelo amor de Jeová! As mocinhas em dramas sempre sofrem. Mas essa superou todas as minhas expectativas. Acho que esse foi o maior drama que já acompanhei: são 28 episódios. O drama conta a história da Eun Sung, uma menina que tem uma boa posição por conta de sua família, porém perde tudo. Acaba conseguindo uma segunda chance em sua vida, e além de cuidar de si mesma, deve cuidar de seu irmão autista. Mas a nossa personagem principal é jogada para fora de casa juntamente com seu irmão pela ”maladrasta”.  Para melhorar as coisas para a nossa querida Eun Sung, seu irmão se perde e ela fica sem rumo. Acaba ajudando uma senhora que para a sua surpresa, é uma senhora multimilionária. Essa vozinha vê a situação de nossa protagonista, e resolvi tirar seu neto da Herança, deixando assim, nossa mocinha como herdeira principal. O drama dá muitas reviravoltas! Eu me vi chorando em todos os episódios, sério. Pra quem não gosta de chorar/sofrer, peço que não assistam esse drama por agora – porque a mocinha só consegue momentos de felicidades nos 4 últimos episódios eu acho. Mas vale supera a pena dar uma conferida nele <3 mesmo com todo sofrimento, eu amei demais o drama.

    ANGRY MOM

    Acabei de crer que só assisto dramas com sofrimento no meio, credo. Mentira, haha. Esse drama trás a história de uma menina que sofre bullying com sua amiga na escola. Só que acontece algo com a amiga, e a menina continua sofrendo as consequências da escolha da amiga. Quando a mãe descobre o que está acontecendo, a mesma começa a se passar por uma colegial – porque ela tem cara de novinha kk – e começa a defender e desvendar os mistérios da escola. GENTE! Pensa em um drama que chorei de rir, mas também chorei por ver o sofrimento das personagens. Além disso, o drama trás como temática não apenas o bullying nas escolas coreanas, mas também sobre suicídio, abuso de incapaz corrupção. 

    KING HIGH SCHOOL

    Gente! Pensa em um drama mais leve em comparação aos três citados à cima, e com uma pega muito hilária que você tem vontade de assistir todos os dias? Então é esse. O drama trás a história de um estudante do ensino médio que é jogar em ascensão de hóquei. Ele tem um irmão 9 anos mais velho que ele, porém os dois são muito parecidos. Misteriosamente o irmão liga para o mais novo, e pede para que o mesmo vá até seu novo emprego trabalhar em seu lugar. O mais novo, atendendo ao pedido de seu hyung, acaba aceitando e indo. Gente! As situações em que o nosso personagem principal se mete são tão engraçadas, porque ele precisa ser um estudante do ensino médio jogador de hóquei e um gerente na empresa que o irmão trabalha.

    NOBEL, MY LOVE

    Por fim, porém não menos importante é um ”mini drama”, muito fofo que vale  super  a pena conhecer. Nobel, my love trás a mocinha como veterinária <3 uma profissão pouca explorada nos dramas. Ela salva o nosso personagem principal, e assim começa o romance dos dois. Temos é claro, a figura do famoso triângulo amoroso que os dramas amam colocar. Mas logo de cara shippamos os dois e está ótimo.

     

    Bom gente, essas foram as minhas dicas de doramas. Dicas essas de dorameira para dorameiros – e até mesmo para aqueles que ainda querem conhecer melhor esse mundo. O vídeo que falei sobre outros dramas é 5 DICAS DE DORAMASEspero que vocês tenham gostado e até o próximo <3

    P.S: não consegui colocar imagens, pois o WordPress está de zoeiro comigo ultimamente, rs. 

  • Seriados
  • 28 jan 2017

    Outlander

    Ei gente! Tudo bem?

    Hoje vim trazer para vocês uma dica de série fresquinha que estou amando acompanhar. Para quem me conhece, sabe que não sou muito chegada em romances de época – entretanto, sou completamente apaixonada por séries históricas.

    Quando ouvi falar sobre a série, fiquei muito curiosa com o que ouvi, haha. Mas acabei deixando um pouquinho de lado por conta de outras séries que estava acompanhando na época. Mas agora quero trazer para vocês a minha versão e opinião sobre a primeira temporada de Outlander.

    Acredito que a frase que faz jus ao seriado seja: um coração divido entre dois amores. Mas não estamos falando de quaisquer amores. Estamos falando de amores que ultrapassam a barreira do tempo. O seriado nos é apresentado um casal que logo simpatizei de cara: Clarie Randall e Frank Randall. Ela uma enfermeira e ele um historiador (pelo menos foi isso que entendi assistindo). Ambos estão a serviço da Inglaterra na Segunda Guerra Mundial.

    Com o término da guerra, ela reencontra seu marido e eles partem para uma ‘’segunda lua de mel’’ na Escócia. Frank está interessado em descobrir mais sobre seus antepassados, e Clarie está realmente focada em aproveitar melhor os momentos com seu querido e amado marido. Em uma noite nada comum, Frank convida Clarie para eles assistirem a um ‘’evento’’ em Craigh Na Dun (umas pedras antigas que a população local acredita ser um círculo mágico). Clarie fica tão encantada que acaba voltando sem Frank para Craigh Na Dun, e a partir do momento em que houve algo além da pedra, é levada para a Escócia de 1743.

    A partir do momento em que ela sai de seu século e vai para o ano de 1743, Clarie precisa aprender a viver como uma moça da época vigente, e se acostumar com os costumes e tudo ao seu redor. Além disso tudo, precisa encontrar um meio para voltar para o seu marido – e tentar não se encantar por Jamie Fraser.

    Gente! Que seriado é esse? Sério. Estou perdidamente apaixonada e encantadíssima por toda a temática envolvida da história. Confesso que ainda não li o livro, entretanto, estou tão conectada com a história do seriado, que não consigo pensar em mais nada a não ser Outlander.

    Outlander nos convida a apreciar um cenário totalmente diferente de tudo que já assistimos de séries históricas, e nos ensina a apreciar todos os momentos ao lado de pessoas que amamos. Não sei se acredito muito em vidas passadas, mas quando assisti essa série, fiquei pensando: acho que minha alma gêmea está perdida em outro século.

    Então para quem deseja se envolver em uma série nova, vale a pena apostar em Outlander.

     

    Imagens retiradas do Google. 

  • Dicas
  • 26 jan 2017

    Viagem para Gramado

    Ei pessoal! Tudo bem?
    Hoje resolvi trazer um post diferente pra vocês ❤ Na verdade, gostaria de pedir desculpas pelo sumiço, viu? Fiquei uma semana em Gramado/RS, e acabei não postando nada. Levei dois livros + o Kindle pra ler. Vocês leram? Porque eu não, haha. Pensei que conseguiria pelo menos antes de dormir, mas andei e aproveitei tanto a cidade, que acabei não tendo tempo para ler, haha.
    Bom, pra quem ainda não conhece a cidade, vou deixar alguns dados sobre Gramado, e contarei minha experiência como a primeira viagem grande que fiz em família – sim, não viajamos muito, e depois dessas férias, tiramos como lição que devemos sim aproveitar todos os momentos em família, e isso inclui viajar mais ❤
    INFORMAÇÕES ADICIONAIS:
    Gramado é um município do estado do Rio Grande do Sul, no Brasil. Localiza-se na Serra Gaúcha, mais precisamente na Região das Hortênsias, a uma latitude 29º 22′ 44″ sul e a uma longitude 50º 52′ 26″ oeste, estando a uma altitude de 830 metros. Sua população estimada em 2013 é de 34 110 habitantes. Possui uma área de 237,019 quilômetros quadrados. Seu principal acesso se dá através da RS-115, embora também seja atendida pelas rodovias RS-235 e RS-373.
    Sua demografia é etnicamente variada, com forte influência alemã e italiana, o que se reflete especialmente na culinária e na arquitetura urbana e rural. Com uma economia voltada ao turismo, a cidade recebe, anualmente, cerca de milhões de turistas nacionais e estrangeiros.
    Gramado/RS

                                               Site: Por aí de Mochila
    Bom gente, minha experiência em Gramado é: quem tiver a oportunidade de visitar a cidade pelo menos em alguma temporada, vá! Vale super a pena a experiência. Pegamos a temporada do Natal Luz *-* pensa em uma cidade que você respira o Natal? É lindo demais! Todos os dias tem programações na cidade, além de vários passeios que você pode estar fazendo.  Infelizmente tirei poucas fotos da cidade. Sim! Esqueci minha câmera em casa, e acabei levando apenas o celular. E não tem como: paguei de blogueirinha mesmo, haha. Tirei várias fotos pessoais – não tem como uma foto ficar feia nessa cidade, gente.

     

    Fiquei hospedada em uma pousada muito fofa: Hotel Pequeno Bosque. Ela é uma delícia, e além do café da manhã ser maravilhoso, hehe. Além disso, a pousada é super localizada, e dá pra ir andando para o centro de Gramado – acho que não engordei, pelo fato de andar a mesma proporção que eu comi kkk.

    Disseram que estava fazendo bastante calor esses dias por lá, e em nosso primeiro dia, pegamos uma noite assim: neblina total. Gramado é um tanto quanto louco, haha. Minha mãe disse que você tem todas as estações em um único dia. O restante da semana, fez muito calor, mas a noite esfriava bem pouquinho – mas pra capixaba qualquer vento é frio, então não posso dizer a vocês se fez ou não frio.

    Visitamos também o Parque das Lavandas. Pensa em um lugar cheiroso? Parecia o jardim do livro O Jardim Secreto. O rapaz que estava conosco disse que o local é uma propriedade, onde o proprietário abriu para o público. Um dos lugares mais cheirosos que já fui na vida, sério. Muito gostoso! Além disso, a entrada toda de Gramado tem Hortênsias gente! Ou seja, amor ao quadrado.

     

    Visitamos também alguns Museus, como o Mundo do Vapor e o Museu de Cera. Conhecemos a Fábrica de Perfumes, O Mundo dos Cristais, Mini Mundo e o Lago Negro.

    Além dessas experiências, podemos conhecer ainda a Snowland: o maior parque de neve artificial da América Latina. No dia em que estávamos lá, se eu não me engano, estava em -5º negativo, haha. E pra quem deseja tomar um chocolate quente lá dentro, prepare-se: pois na hora em que tomei, parece que fiquei com mais frio kkk.

    P.S.: como minhas mãos doeram quando larguei essa neve, viu? haha.
    Eu, Talita, tive uma maravilhosa experiência em Gramado. Amei tudo! A população é muito simpática, muito receptiva. Parecia que estávamos em outro país, sério. Uma coisa que me chocou por completo: a cidade não tem semáforo. Isso mesmo! Eles utilizam apenas as rotatórias e faixa de pedestres. Você não encontra lixo pela cidade e também não encontra mendigos por lá. Fiquei muito encantada com tudo! E é por isso que indico Gramado para quem deseja sair um pouco da correria do dia a dia e conhecer um pedacinho da Alemanha/Itália aqui em nosso país.

  • Resenhas
  • 29 nov 2016

    Vídeo Black Friday

    Ei gente, tudo bom?

    Resolvi vencer a timidez e comecei a fazer vídeos para o canal do blog no YouTube. Nesse primeiro contato, mostrei os livros que adquiri na semana da Black Friday aqui do Brasil, e confesso que estou muito satisfeita com as minhas compras <3

    Comprei todos os livros – com exceção do Box Saga Encantadas que comprei na Submarino – no site da Amazon. Gostei bastante de ter feito esse primeiro vídeo, e pretendo com certeza continuar fazendo novos vídeos, juntamente com resenhas para o canal e blog.

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    No vídeo pude mostrar um por um, e comentei rapidamente sobre o porquê de ter adquiri-los. Caso vocês queiram ver na integra cada um, é só clicar no link a seguir Livros da BF.

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