• Resenhas
  • 31 jul 2017

    RESENHA: O AR QUE ELE RESPIRA

    Título: O ar que ele respira
    Autor (a): Brittainy C. Cherry
    Editora: Record
    Ano: 2016
    Onde comprar: Amazon|Saraiva
    Classificação: 5/5 

    Sinopse: Como superar a dor de uma perda irreparável? Elizabeth está tentando seguir em frente. Depois da morte do marido e de ter passado um ano na casa da mãe, ela decide voltar a seu antigo lar e enfrentar as lembranças de seu casamento feliz com Steven. Porém, ao retornar à pequena Meadows Creek, ela se depara com um novo vizinho, Tristan Cole. Grosseiro, solitário, o olhar sempre agressivo e triste, ele parece fugir do passado. Mas Elizabeth logo descobre que, por trás do ser intratável, há um homem devastado pela morte das pessoas que mais amava. Elizabeth tenta se aproximar dele, mas Tristan tenta de todas as formas impedir que ela entre em sua vida. Em seu coração despedaçado parece não haver espaço para um novo começo. Ou talvez sim.

    Até que ponto vai o seu amor por alguém? Até que ponto você pode se permitir sentir aquilo que jamais pensou que sentiria pela primeira vez? O que sentir quando o seu mundo de forma trágica vira em pedaços e você não sabe como seguir? Não sabe como respirar? Esses são alguns questionamentos que me fizeram pensar durante a leitura desse livro. Uma história que nos faz pensar e percebermos que devemos sim viver um dia de cada vez – porquê talvez o amanhã não chegue. 

    Nessa leitura Brittainy Cherry nos convida a embarcamos e conhecermos uma vida totalmente cheia de lembranças de Elizabeth: uma mulher que sendo mãe, perdeu em um trágico acidente seu amado marido. Com uma filha para criar, e uma vida para ser seguida em frente, depois de algum tempo, ela resolve voltar a antiga casa e tentar de uma vez por todas viver o presente e cuidar de sua filha – uma criança tão fofa/linda, que dá vontade de tirar do livro e trazer pra casa.

    Confesso que logo de início achei Elizabeth uma personagem forte. Vi o quanto ela sofreu pela morte de seu marido, e isso me fez sentir a tristeza dela – a ponto de defende-lá o tempo todo quando o nosso personagem Tristan Colen aparecia. Diferente de Elizabeth que já simpatizei logo de cara, Tristan não me conquistou. Por conta da grosseria dele e por ser ríspido o tempo todo, simplesmente desistia de continuar o livro – sempre que lia pensava: gente! Que homem ogro!!!! kkkkk

    Tudo bem que depois descobrimos o motivo de tanto remorso. Acredito que Tristan  não é logo de cara compreendido, e as pessoas acabam achando o mesmo sem noção. Mas o que acontece, é que o modo grosseiro é o modo que o mesmo – ao meu ver – encontrou de proteger pessoas que ele possa vir a amar daquilo que ele acredita ser: um monstro. Entretanto, quando a leitura começa a fluir e você vai conhecendo o personagem, não tem como não se apaixonar *-*

    Eu, particularmente me encantei pelo livro e pela escrita da autora. Não é um gênero que costumo ler, mas a cada dia que passa, estou mais apaixonada por gênero assim, haha. Estou muito piriguete literária kkk.

    Além disso, o que esperar de um homão como Tristan? Muito amor, viu? kkk eu garanto *-* esse estilo lenhador/lindo/secxy. Os personagens secundários são bem presentes na história também. Com isso, o plot twist do livro é sensacional. Eu, particularmente não lembro de um tão bom como esse – que me surpreendeu de tal forma como esse me surpreendeu.

    Então fica aqui o meu mais sincero amor em forma dessa resenha/comentários sobre o livro. Espero que vocês tenham gostado, e essa semana é provável que já saia uma nova resenha. 

    E vocês? Já leram o livro? O que acharam?

     

    ”Mas, enquanto o ar continuar enchendo meus pulmões, enquanto eu respirar (…) vou lutar por você. Vou lutar por nós.”

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