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  • Pensamentos
  • 8 mar 2017

    Feliz (?) Dia Internacional da Mulher

    Olhando algumas publicações em sites, facebook e até mensagens compartilhadas através do WhatsApp e Messenger, pude analisar que o dia internacional da mulher está sendo comemorado como forma de incentivo ao consumo por muitos lojistas – não os critico por isso. Pude ainda perceber que, por mais que algumas pessoas se ”considerem a favor da igualdade dos gêneros”, estão aproveitando esse momento para gerar mais polêmica com relação ao feminismo – não estou aqui para compactuar ou não sobre determinada assunto, mas fazer com que as pessoas possam olhar para o passado, afim de evitar os mesmo erros no presente.

    Nós mulheres já sofremos muito por sermos apenas mulheres. Sim. Qualquer cultura que você pegue para estudar a história, sempre existe a predominação do patriarquismo. Mulheres eram tratadas como um mísero ser humano. Sem valor. E olhando tudo o que já vivenciamos através da história, percebemos que conseguimos conquistar muitos direitos. Mulheres essas que no passado, lutaram para serem reconhecidas como mulheres capazes e dotadas de inteligência assim como qualquer outro ser humano. Mulheres que fizeram a diferença em seu século. 

    Mas porquê associar feminismo à essa data, Talita? Porque foi através desse movimento que começamos a ter direito a voto, a receber propriedades caso a família não tivesse filhos homens. Ou seja: a luta por nossos direitos começou sim com o movimento feminismo. 

    Em uma publicação de alguma página fazendo uma comparação à Bruno – ex-goleiro do flamengo – algumas pessoas criticavam o posicionamento do STF em conceder através de uma decisão provisória a soltura do mesmo. Além disso, pesquisando sobre o caso na mídia, eis que me deparo com a seguinte notícia: ”goleiro recebe a proposta de nove clubes e desses nove, dois são da série a”, e ainda tivemos torcedores do próprio time pedindo o retorno do goleiro. Por conta disso, uma pessoa comentou que se fosse a Eliza Samudio, não iria conseguir um emprego, seria xingada por todos na rua e tudo mais. E isso me fez pensar o seguinte: até que ponto está indo a razão do ser humano? Melhor: a razão da sociedade brasileira?

    Temos duas histórias sendo comparadas por conta de uma soltura: um homem que mandou assassinar uma mulher, e entregar o corpo para cachorros e uma mulher que esquartejou seu marido e colocou os pedaços em uma mala. Um que está sendo requisitado por times e pedidos de selfies; e uma outra que caso saia, possa sim ser xingada, perseguida por ter matado seu marido. Não estou aqui para dizer que um crime justifica o outro – longe de mim.

    Estou aqui para fazer com que você, caro leitor, possa pensar sobre como a sociedade brasileira está doente. Os dados levantados com relação à lei maria da penha são absurdos. Quantas mulheres continuam sendo agredidas por seus parceiros, mortas e estupradas levando assim, todas as conquistas e glórias do passado por água a baixo? Até quando a nossa bandeira verde e amarela será sujada por sangue por conta da violência contra a mulher? Precisamos dar um basta nisso. Repensar nossas atitudes e estarmos acordadas e esperançosas por um país que não só exalte as curvas de uma mulher mas sim um país que está preparado para abraçar e proteger cada mulher de sua sociedade. 

    Por conta disso, reflita sobre seus posicionamentos, pensamentos e só assim, deseje de fato um feliz dia internacional para as mulheres de sua vida <3

  • Filmes
  • 9 fev 2017

    Inferno

    Produção: Brian Grazer
    Gênero: Suspense/Policial
    Minha avaliação: ★★★★

    Sinopse: O simbologista Robert Langdon e uma médica viajam pela Europa para deter o plano de um lunático de disseminar um vírus mortal.

    Hoje resolvi trazer uma crítica ao filme que assisti ontem 08/02/2017 à vocês. Não sei se vocês sabem, mas o Espírito Santo está passando por uma paralisação da Polícia Militar, e quase nada está funcionando no estado. Logo, quem estuda, não está tendo aula, quem trabalha, está sendo liberado mais cedo do serviço e a vida está tentando voltar a normalidade. Cansada de ficar em casa sem fazer nada – sim, não estou assistindo Netflix, não estou lendo –  resolvi baixar o Popcorn Time e comecei a assistir Inferno. 

    Assim que comecei a assistir, confesso que fiquei meio confusa com relação à temática do filme, entretanto, me prendeu desde as primeiras cenas. Quando li o nome, pensei que se tratava de algum filme com uma temática apocalíptica, com confrontos, saques e tudo mais – porém me enganei. Percebi então que estava diante de um filme bem Anjos e Demônios – até porque, é do mesmo autor, haha.

    Assistindo ao filme, me vi presa as cenas e a inteligência do simbologista Robert Langdon (interpretado por Tom Hanks). Logo de início, nos deparamos com ele acordando em um quarto de hospital, sem entender de fato o que estava acontecendo com ele, e pedindo assim explicações a médica responsável pelo caso, Sienna Brooks (Felicity Jones). Robert Langdon não lembrava de absolutamente nada o que havia acontecido nas últimas 48 horas. Misteriosamente ele é atacado por uma mulher que entra atirando no hospital e querendo acertá-lo. Com isso, Sienna resolve levá-lo até sua casa para ajudá-lo e tratar de seus ferimentos, e é na casa dela, que Langdon começa a lembrar de algumas coisas que lhe aconteceram – e até mesmo encontra um frasco que só pode ser aberto por digital. Ao abri-lo, percebe que está diante de um ”mapa” que dá início à uma busca incansável pelo universo do autor Dante Alighieri – Divina Comédia. 

    Vi que muitas pessoas gostaram do filme, e percebi que a grande maioria não gostou. Disseram que o final foi deplorável, e que não seguiu o livro. Uma coisa que muitas pessoas devem entender, é que adaptações para os cinemas são sim necessárias – me surpreendi com a reviravolta no final do filme, e tenho certeza que se o final do livro é mais surpreendente então preciso começar imediatamente a ler Dan Brown. Também li e ouvi pessoas dizendo que esse foi o pior filme que Tom Hanks interpretou. Não sou Expert em cinema, mas como uma boa pessoa que ama filmes confesso que gostei e não me decepcionei. Além de todo o enredo ter me prendido, achei a fotografia bem feita e gostei da atuação da atriz Felicity Jones. Além disso, a partir do momento em que temos lunáticos desejando implantar um vírus para disseminar a humanidade, podemos esperar qualquer reviravolta do filme. Sem contar que, não dá para confiar em ninguém. Com o atual cenário em que nos encontramos no mundo, não duvido que possam surgir pessoas que ”por amor a humanidade”, possam sacrificar seres humanos, em busca de um bem comum à imagem deles.

    Confesso que valeu sim a experiência, e deixo desde já minha indicação: pra quem ainda não assistiu, vale a pena dar uma chance ao filme. 

    • Nós não nos cuidamos e nos perdemos.
    • Isso é arrependimento?
    • Só quando penso em você.

     

    Alguém aqui já assistiu ao filme? Também gostaram?

     

  • Dicas
  • 8 fev 2017

    Músicas que não param no meu Spotify

    Ei gente, tudo bem?

    Confesso que estou um pouquinho sumida por conta da correria do dia a dia – comecei a estagiar em uma escritório de advocacia \o/ e confesso: estou quase morrendo! haha

    Ultimamente estou tendo pouquíssimo tempo, pois também estou estudando coreano *-* e revendo questões do inglês e estudando pra OAB, rs. Ou seja, minha vida está uma loucura! E estou com pouco tempo, e peço desculpas desde já para quem acompanha o blog <3 prometo voltar a ser ativa aqui, e com certeza, colocar minhas leituras em dias – preciso, né? Até porquê, o foco do blog é literatura.

    Mas antes de voltar com tudo, resolvi postar minha playlist de Janeiro/Fevereiro. Não sei vocês, mas sou movida por música, além disso, sempre que ouço uma música, acabo criando todo um universo ainda mais particular. Meio que saio totalmente da óbita terrestre, e me vejo em outras dimensões – que? kkk

    Quando ouço músicas que realmente gosto da combinação batida + melodia, dificilmente consigo deixar de ouvi-las com facilidade – e por esse motivo, acabou sendo uma playlist de dois meses mesmo. Então vamos lá?

    Sofia Karlberg – Cover Crazy in Love (Beyoncé)

     

    Com certeza alguém aqui já esteve totalmente apaixonada por esse single da Queen B, não é mesmo? Mas esse cover… em meu ponto de vista, é um dos mais lindos que já ouvi. Não há como negar que a voz dessa mulher é maravilhosa. 

    ”Got me looking so crazy right now, your love’s got me looking so crazy right now (in love).”

     

    Sex Therapy – Robin Thicke 

    Gente! Que voz é essa? Sério. A primeira vez que ouvi essa música, me entreguei por completo. Amo músicas agitadas, mas músicas com essa batida, com essa calmaria, acabam me ganhando.

    ”Só deixe o meu amor te segurar aqui, garota não tenha medo de mim.”

    Wicked Games – The Weeknd 

     

    Mesmo que essa música possa ter algum conteúdo explícito, não consigo deixar de ouvi-lá. Nesse caso, vejo mais o lado desesperado dele de amar a sua garota.

    ”Me escute, eu te darei tudo o que eu tenho me dê tudo isso, eu tenho confiança em mim mesmo.”

    HONNE – Warm on a cold night

     

    Já indiquei essa música para umas 30 pessoas, sério. Pra quem ainda não conhece, dê uma chance à HONNE. Que música é esse, meu amor? Infelizmente associei essa música à uma pessoa – droga – mas espero desassociar rapidamente, pois a música é linda.

    ”Garota, você poderia estar com alguém obrigada por me fazer seu número um.” 

    E então? Vocês já tinham ouvido falar de alguma dessas músicas? Espero realmente que tenham gostado do post, e prometo fazer novas dicas com ótimas músicas para vocês.  Beijos, e até o próximo post!