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  • Seriados
  • 13 fev 2017

    One day at a time

    Ei gente, tudo bom?

    Tenho muitas novidades para vocês, e espero que possam ficar feliz assim como eu fiquei. Não sei se alguém aqui viu quando comentei que havia conseguido um estágio em um escritório, e por conta disso, acabei sumida do blog e do instagram. Entretanto, acredito que a grande maioria tenha acompanhado os noticiários e visto que o Espírito Santo estava um caos por conta da Segurança Pública. A partir do momento em que houve a paralisação da Polícia Militar do Estado, o mesmo tornou-se um caos. Por conta disso, o escritório onde faço estágio ficou parado – por conta desse transtorno na vida da população capixava. Nesse meio tempo, consegui adiantar algumas leituras, e ainda, novos posts foram ao ar não só no blog como também no instagram pra quem não segue é @maisumigliterario. 

    Diante do caos que foi instaurado no Espírito Santo, uma amiga me indicou uma série bem bacana pra que eu pudesse acompanhar e passar o tempo – e assim o fiz. E é por isso que o post de hoje será especial, e também, tenho certeza que vocês irão amar. One day at a time é uma série americana de comédia produzida pela Netflix, sobre uma família latina (são cubanos), e nessa série, somos apresentados a dilemas que estamos vivenciando todos os dias na mídia mundial com o novo presidente de umas das maiores potencias mundiais – USA. 

    Essa série nos apresenta uma família que estamos sendo acostumados a conhecer nos dias atuais. Uma família nada comum, porém com grandes aprendizados e com aquilo que devemos prezar nas pessoas: companheirismo, amor, amizade e cumplicidade. Temos uma mãe divorciada, com dois filhos adolescentes, uma típica mãe/vó religiosa, e um vizinho amigo que dá suporte a família. O que achei mais interessante na série é como a mesma conseguiu reunir vários assuntos, e não perder o foco. Seguiu um roteiro impressionante, e com ótimas atuações.

    Além é claro, de trazer assuntos que não deveriam ser tidos como tabus em pleno século XXI. Assuntos esses como: machismo, feminismo, divórcio, bebidas, sexualidade, religiosidade, vício com remédios, deportação, imigração… dentre outros assuntos.

    Além dessa família incrível, os personagens secundários são HILÁRIOS! Só de lembrar do médico que é patrão da Alvarez (a mãe e provedora do lar), morro de rir. 

    Por conta dessa série, acabei tendo uma reflexão para a minha vida: a partir do momento em que não tomamos nenhum partido, e seguimos nossas vidas como seres humanos que somos, levando assim, o respeito ao próximo como o principal sentimento enraizado em nossos corações, seremos felizes – independentemente de opção sexual, religião, nacionalidade. O mundo precisa de pessoas que possam disseminar o amor, pessoas essas que a cima de tudo, consigam respeitar e amar o seu próximo – e tenha certeza que, a partir do momento em que fizermos isso, tudo ao nosso redor será melhor.

     

    E vocês? Já assistiram a série?