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  • Resenhas
  • 1 fev 2017

    Resenha: O Visconde que me Amava

    Título: O Visconde que me amava
    Autor (a): Julia Quinn
    Editora: Arqueiro
    Ano: 2013
    Onde comprar: Amazon|Saraiva|Submarino
    Classificação: 5/5
    Sinopse: A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela. Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele. Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.
    Sempre que desejo atingir algo em minha vida, começo a planejar e fazer metas. Atualmente faço bastante listas também. Nesse segundo livro da série Os Bridgertons somos convidados a conhecer melhor sobre o primogênito da família: Anthony Bridgerton. O livro já me conquistou a partir do momento em que Anthony começa a fazer uma lista do que uma esposa teria que ter para ser considerada ideal. Ora essa: um dos maiores libertinos que conhecemos no primeiro livro de Julia Quinn pensando em casar?

    O mais cômico disso tudo, é que ele resolve que irá se casar com umas das solteiras mais cobiçadas na temporada: Edwina Sheffield. Uma moça linda para sua época, que por sua vez, comentou em algum dos consertos que participara, em alto e bom tom, que só se casaria com a permissão de sua irmã mas velha: Kate Sheffield. Diferente de sua irmã caçula, Kate não é tão cobiçada entre as solteiras. Digamos que a mesma possui uma beleza comum – uma beleza que não enchia os olhos de quem cobiçava Edwina. Nessa temporada, temos um visconde que está atrás de uma esposa, mas digamos que da esposa errada, haha. Kate é de longe, alguém que se encaixaria na lista de ”exigências” do Visconde. Ela é teimosa, implicante, retruca tudo que o mesmo diz. E gente: logo estamos torcendo para que os dois fiquem juntos.


    Confesso que me encantei demais por essa história. Me vi envolvida por completo com a família Sheffield e ainda mais com os Bridgertons. Diferente do Duque e eu, conseguimos analisar um maior amor e devoção de Anthony à sua mãe e aos seus irmãos. Amei conhecê-lo ainda mais. Também fiquei apaixonada pelo relacionamento das irmãs Sheffields e de Mary Sheffield – em todo seu cuidado com as filhas ❤

     

    O Visconde que me Amava entrou, sem dúvidas, para a minha lista de favoritos de 2016/2017. Julia Quinn superou minhas expectativas com relação à essa maravilhosa série. Confesso que quero muito continuar os outros livros, porém, agora irei pausar um pouquinho e ler outro livro pra não enjoar de romance de epoca, haha.
    E vocês? Já leram a série? Beijos.

  • Resenhas
  • 1 fev 2017

    Resenha: O Duque e eu

    Título: O Duque e eu
    Autor (a): Julia Quinn
    Editora: Arqueiro
    Ano: 2013
    Onde comprar: Amazon|Saraiva |Submarino
    Classificação: 4/5
    Sinopse: Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta. Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida. Primeiro dos oito livros da série Os Bridgertons, O duque e eu é uma bela história sobre o poder do amor, contada com o senso de humor afiado e a sensibilidade que são marcas registradas de Julia Quinn, autora com 8 milhões de exemplares vendidos.
    Quem diria! Eu, Talita lendo romance de época, haha. Confesso que não é meu gênero favorito, entretanto, resolvi dar uma chance para o gênero que arranca suspiros das formas mais diversificadas de adolescentes e jovens de nossos dias atuais. Quando conheci a autora, foi por acaso na livraria de minha cidade. Resolvi comprar pra dar uma chance, porém não li. Nesse meio tempo, houve um evento literário em minha cidade sobre romance de época, e foi nele que resolvi que iria ler O Duque e eu.
    Assim que peguei o livro para ler, confesso ainda que deixei o mesmo um pouco de lado, entretanto, indiquei para uma amiga e ela leu primeiro que eu risos. Por mais que o livro seja de um gênero que não é de longe um de meus favoritos, posso afirmar com todas as letras que me apaixonei por O Duque e eu.
    Somos apresentamos a família Bridgerton – uma família nada comum até mesmo para a época. Uma família composta por oito filhos e seus nomes são em ordem alfabética. O livro é o primeiro da série Os Bridgertons e vai contar a história da quarta filha da família, entretanto, a mais velha entre as meninas a Daphne Bridgerton. Nossa protagonista é a famosa mocinha de livros de romance de época: sonhadora, deseja casar com um homem que possa fazê-la feliz, e além disso, que possa lhe dar uma família grande assim como a sua. Mas diferente das mocinhas de sua época, Daphne é um tanto quanto diferente, tendo em vista que ela é uma moça muito simpática, decidida e tem vários amigos – mas nenhum a corteja pelo fato de considerá-la amiga – e também por outro fato que descobrimos no livro, haha.
    Por outro lado, temos Simon Basset: o duque libertino de Hastings. Simon não veio de uma família grande e estruturada como Daphne, e por conta de ter sofrido em sua infância, o mesmo é um tanto quanto fechado para o amor. Porém, logo que os dois se conhecem, são atraídos um ao outro – não apenas como amantes, mas também pela amizade entre os dois. Ah! E vale super a pena dizer que Simon é o melhor amigo de Anthony Bridgerton, o irmão mais velho de Daphne. Nessa situação, somos tomados por momentos intensos entre os personagens, além da amizade sincera de Daphne e Simon. Conhecemos um pouco os membros dessa enorme família – e eu já tenho meu favorito, porém é o quarto livro. Por mais que eu tenha gostado do livro e dos personagens, haviam momentos em que eu não tinha paciência alguma com Daphne e Simon.
    Mas logo passava essa falta de paciência com os dois, haha. No começo a leitura foi um pouco difícil, tendo em vista que não é meu gênero de leitura favorito – sempre corro quando o livro é romance de época, haha. Mas eu realmente me rendi, e já estou lendo o segundo livro dessa maravilhosa série. O Duque e eu já entrou para minha lista de favoritos desse ano, e confesso que se continuar nesse ritmo, iriei de fato amar essa série. E vocês? Já leram os livros?
    Simon não desejava ser o heroi de ninguém, mas nem ele poderia ignorar um insulto dessa magnitude.
  • Resenhas
  • 1 fev 2017

    Resenha: Perdida

    Título: Perdida
    Autor (a): Carina Rissi
    Editora: Verus
    Ano: 2013
    Onde comprar: Amazon|Saraiva |Submarino
    Classificação: 5/5 ❤

     

     Sinopse: Sofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam. Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa? Ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke. Com a ajuda do prestativo – e lindo – Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos… Perdida é uma história apaixonante com um ritmo intenso, que vai fazer você devorar até a última página.

    Vamos começar essa resenha um tanto quanto diferente? Imagine você, uma jovem de 24 anos que cresceu em uma sociedade moderna: com carros, eletricidade, fast food, internet, Smartphones e toda tecnologia que nos é apresentada desde a nossa infância, adolescência e juventude. Bom, acredito que como eu, a maioria de nós somos convidados desde a cedo a ingressar e ter acesso a era tecnológica, e por não conhecermos outras realidades, acabamos nos apaixonando de fato por esse mundo tecnológico o qual nos encontramos. Sofia não é diferente de nós: é uma jovem que trabalha muito para conquistar seu espaço no trabalho, além de ter sofrido uma perda e ser sozinha na vida – claro, tem a Nina, sua melhor amiga. Uma jovem que foi de fato introduzida a vida adulta, fazendo com que a mesma tivesse responsabilidades e que amadurecesse rápido. Além disso, a correria que sua agitada vida na metrópole lhe causa, a mesma não acredita mais no amor, muito menos no instituto religioso do casamento.

    Com isso em um dia nada comum, Sofia resolve ir comprar um celular novo pois o seu caiu na privada de um bar onde esta comemorando com a Nina, sua melhor amiga. Quando Sofia tentando se recuperar de uma ressaca, vai em uma loja em busca de um novo celular – pois imaginem vocês sem um? Hoje em dia não consigo me imaginar sem o meu, sério. Chegando a loja, uma vendedora um tanto quanto estranha lhe atende, e oferece um celular mais estranho ainda – mas nossa protagonista resolve pegá-lo pois o mesmo estava com um ótimo preço. E é ai que a nossa aventura e da protagonista começa de fato. Sofia é teletransportada para o ano de 1830 – sim, no século XIX. E tudo aquilo que ela conhecera no século XXI, é deixado para trás pois agora a mesma terá que lidar com fatos e situações um tanto quanto extraordinárias – e até mesmo embaraçosas, como usar uma casinha *risos*.

    Nesse contexto somos levados juntamente com Sofia a conhecer um novo mundo e embarcamos em algo que a protagonista precisa encontrar a qualquer custo: o amor. Gente, sério! Que livro foi esse. Em várias situações me vi no lugar de Sofia, me senti sendo a protagonista do livro, fazendo com que meus olhos se enchessem de lágrimas lembrando de momentos nostálgicos sobre aquilo que pensei em algum momento ser de fato um momento importante em minha vida. Lendo Perdida pude perceber que como a protagonista, os dias passam tão rápidos que esquecemos de aproveitá-los da melhor forma possível e viver um sentimento tão lindo e verdadeiro que trocamos por um outro que nos amedronta e nos deixa com sentimento de culpa: o medo. Sim, Sofia tem medo de viver o presente e se entregar de fato sensações que seu ser anseia em ter. Perdida me trouxe sentimentos que me pegaram de um modo totalmente desprevenida, e arrancou todos os momentos mais profundos de meu ser.

    A escrita da autora é uma delícia, e faz com que a leitura seja totalmente fluida e gostosa de ser lida. Carina Rissi nos convida para um universo onde o amor é de fato colocado em primeiro lugar, deixando de lado todos os empecilhos, e a busca incansável de nos encontrar não em um outro alguém – mas em nos mesmos.

    ”Eu não me apaixonava desde… não que eu estivesse apaixonada por Ian. Eu não estava! Mal o conhecia! Mas alguma coisa nele mexia comigo. Uma coisa que eu não sabia explicar, nem para mim mesma.”
    Alguém aqui já leu o livro? O que vocês acharam?